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Autoridades temem ataques por causa de transferência

CHICO SIQUEIRA, ESPECIAL PARA AE - Agência Estado

12 Março 2014 | 14h 57

Autoridades temem uma onda de ataques e rebeliões nos próximos dias provocada pela transferência do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, para o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). E também pela suspensão das visitas no fim de semana em presídios atingidos pela greve dos agentes penitenciários.

O PCC mandou um aviso, captado pelos serviços de inteligência, no qual ameaça fazer quebra-quebra nos presídios se as visitas deste fim de semana forem suspensas. "Nós não temos nada a ver com a briga dos agentes com o governo, por isso, se as visitas forem suspensas a cadeia vai quebrar", teria dito um líder do PCC a um informante.

A transferência aumentou o clima de tensão nos presídios. Na penitenciária 2 de Presidente Venceslau, onde estão detidas as lideranças do PCC, os presos ficaram revoltados porque ontem eles foram proibidos de deixar as celas para o banho de sol. A suspensão do banho de sol se deu por questões de segurança e para facilitar a transferência de Marcola e quatro líderes da facção para o RDD.

O clima de tensão também atinge presídios de regime semiaberto em que presos não puderam sair para ir ao trabalho, como no complexo de Campinas-Hortolândia, onde mil detentos estão sem poder trabalhar, e também em unidades em que o trabalho é realizado internamente.

Na tentativa de amenizar a situação, o Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária do Estado de São Paulo (Sindasp) quer propor aos grevistas que suspendam o movimento entre sexta-feira e domingo para permitir que as visitas sejam realizadas. "Os agentes precisam entender que nossa briga não é com os presos, mas sim com o governo do Estado, que pode resolver rapidamente a situação, aceitando nossas propostas", disse o diretor jurídico do sindicato, Rozalvo Manoel dos Santos.

O sindicato também está pedindo atenção redobrada dos agentes, especialmente com a locomoção de ida ao trabalho e com as atividades dentro do presídio. Medidas de prevenção também foram tomadas pelas polícias Civil e Militar, principalmente nas operações e abordagens. Um dos pedidos é de que os policiais não façam rondas individuais, que estejam sempre acompanhados de um colega dentro ou fora da viatura.

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