Azuis ou de cabra? Com colarinho?

Domingo, 11 da manhã, não é hora para conjugar verbos pedantes, harmonizar estaria totalmente fora do momento. Então o sommelier Manoel Beato definiu os padrões para um boa combinação, independentemente do horário: "Harmonizar é como um casamento, não pode haver sobreposição. Para dar certo, um tem que potencializar as virtudes do outro". E vieram as cervejas, brasileiras, claro. Nem a tradicional e suave pilsen, tampouco a encorpada e potente stout. As mais versáteis na combinação com queijos foram duas receitas de inspiração belga, que se destacam pelo aroma e sabor frutado e de especiarias, doçura no paladar e força alcoólica superior. Ao menos esse foi o ?veredicto? dos participantes do workshop capitaneado pelo sommelier do Fasano. Foram escolhidas cinco cervejas para a degustação: Bamberg pilsen (classificada como melhor artesanal do estilo em prova realizada pelo Paladar); Backer Pale Ale; Eisenbahn Strong Golden Ale; Baden Baden Stout; e tripel Falke Monasterium. Na lista de queijos, brie, gruyère, gorgonzola e cabra fresco (com pimenta). Todos nacionais, também. No fim, os presentes ficaram impressionados com o potencial da cerveja em "casar" com pratos e com o fato de que todas as marcas degustadas foram feitas no País. E já começaram a pensar em temas para o Laboratório 2009...

O Estado de S.Paulo

19 Junho 2008 | 04h23

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