Constantino diz que é 'absurda' acusação feita a seu pai

Nenê Constantino, dono da empresa aérea Gol, foi indiciado por homicídio com mais duas pessoas

Leonardo Goy, Agência Estado

11 Dezembro 2008 | 16h53

O presidente da Gol, Constantino Júnior, classificou nesta quinta-feira, 11, de "absurda" a acusação de que seu pai, Nenê Constantino, teria sido mandante do assassinato de um líder comunitário em Brasília em 2001. "É um absurdo. Ele vai responder no nível que for cabível. Mas é absolutamente absurda a acusação que se fez", afirmou. A Polícia Civil do Distrito Federal indiciou na tarde de quarta Nenê Constantino pela morte de Márcio Leonardo de Sousa Brito. O motivo do crime, segundo a delegada Mabel Farias, seria a disputa de um terreno de uma garagem do empresário. A vítima, que foi baleada em dezembro de 2001, representava as cerca de 100 pessoas que ocupavam a área. Também foram indiciados o motorista aposentado João Alcides Miranda, de 61 anos, e o vereador Vanderlei Batista Silva, de 67 anos. A dupla teria intermediado a contratação dos executores do crime.     Por meio de nota, Nenê disse que repele "de forma veemente", o que chamou de "injusta e inverídica acusação". O empresário garante que o inquérito não contém qualquer indício que possa sustentar "a absurda conclusão a que chegou a autoridade policial". Ele diz também que vai demonstrar sua inocência, "de forma incontroversa", ao longo do processo.

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