Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias > Brasil
Início do conteúdo

Consumidor pode pedir reparo por equipamento queimado

Procon orienta que cliente afetado no apagão contate concessionária de energia para ser ressarcido

11 de novembro de 2009 | 11h 23
Elizabeth Lopes - Agência Estado

Os consumidores que tiveram aparelhos eletrodomésticos queimados em decorrência do apagão que deixou boa parte do País às escuras podem exigir ressarcimento junto à concessionária de energia elétrica. A orientação foi dada nesta quarta-feira, 11, pelo diretor executivo do Procon, Roberto Pfeiffer.

Veja também:

som Ouça entrevista com o diretor do Procon-SP

linkConfira a situação do trânsito em SP pós-blecaute

lista Conheça o histórico dos grandes apagões brasileiros

mais imagens Imagens do blecaute que atingiu o Brasil

especialLeia a cobertura completa sobre o blecaute

blog TUTTY: você prefere apagão, tiroteio ou enchente?

Segundo ele, o procedimento que deve ser adotado por quem teve problemas decorrentes do apagão é o seguinte: procurar o serviço de atendimento ao cliente da concessionária de energia elétrica e solicitar o reparo. "Esse direito está baseado no Código de Defesa do Consumidor e na legislação de energia elétrica, na resolução 61 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)", destaca.

Pfeiffer alega que essa é a "chamada responsabilidade objetiva" e estabelece que, independentemente das causas do apagão, cabe à concessionária ressarcir o consumidor. Ele pondera, contudo, que para obter ressarcimento é fundamental que a falha do eletrodoméstico tenha sido provocada pela queda de fornecimento energia elétrica.

Ainda de acordo com o Procon, o prazo para a concessionária de energia emitir um laudo para o consumidor é de 15 dias. "Confirmada a falha, ele deverá ser ressarcido", reitera o diretor executivo. E orienta que em caso de dificuldade, o consumidor deverá acionar o Procon, a própria Aneel ou a agência estadual do setor, que no caso do governo do Estado de São Paulo é a Arsesp. "Esses órgãos vão cuidar para que a legislação seja cumprida", reitera Pfeiffer.




Siga o @estadao no Twitter

Índios do Alto Xingu começam a montar a aldeia Kari Oca para o Rio+20

  • Índios do Alto Xingu começam a montar a aldeia Kari Oca para o Rio+20
  • "Desafio da Paz" no Complexo do Alemão
  • Bastidores da imagem: O choro de Dilma na Comissão da Verdade