De fermento natural, recheado na hora

Na padaria e doceria JellyBread, a chef pâtissière Amanda Lopes usa fermento natural na massa do sonho. O resultado é um sonho claro, leve, macio e sequinho, que muitas vezes é recheado na hora do pedido com um creme pâtissier feito com fava de baunilha. "Queria deixar o sonho mais aerado e artesanal", diz Amanda. Para não escorregar nem ressecar, ela não corta o sonho ao meio - faz um furo para recheá-lo.

O Estado de S.Paulo

25 Outubro 2012 | 03h10

Já na padaria Saint Germain, eles surgem pequenos e com recheio exuberante, (foto da capa). Gleusa Guimarães Ferreira, dona da padaria, conta que os sonhos da avó alemã, recheados com banana, goiabada ou creme, serviram de inspiração para os que ela faz e vende aos montes na padaria, há 18 anos. Todos os dias, são fritas mais de cem bolinhas, que ganham uma generosa porção de creme ou doce de leite. "Se deixar de um dia para o outro, ele perde o frescor e a qualidade", diz Gleusa, que adaptou a receita do creme, antes feito com creme de leite e baunilha, mas muito perecível, e o tamanho das bolas - ela prefere em versão míni. "Fica mais delicado e é difícil comer um só", admite.

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