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Dilma exalta obras na TV e Lula ataca 'certa imprensa'

REUTERS

21 Agosto 2014 | 18h 51

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, usou seu programa eleitoral na TV nesta quinta-feira para exaltar obras de infraestrutura realizadas em seu governo, enquanto o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou "certa imprensa" de atuar como "o principal partido de oposição" à sua afilhada política.

Dilma apareceu em locais de grandes obras de seu governo, como integração do rio São Francisco, na região Nordeste, e a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.

A presidente aproveitou para alfinetar o PSDB ao afirmar que, quando Lula chegou ao governo em 2003, o Brasil tinha perdido "a capacidade de planejar e executar grandes programas sociais e grandes obras de infraestrutura".

"Muita gente no Brasil não sabe que estamos realizando uma obra deste porte. Pois é, estamos", disse Dilma sobre a usina de Belo Monte.

"Por isso, quando falam que o Brasil está parado, eu até acho graça", disparou.

Principal fiador da campanha de Dilma em 2010, papel que retomou nesta eleição, Lula disse no programa desta quinta que "certa imprensa" esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política.

"Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia", disse.

"Essa campanha vai servir exatamente para isso. Para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar bem". Como só consegue falar mal e é capaz de esconder obras fundamentais, que estão transformando o Brasil", atacou Lula.

O ex-presidente disse que sua sucessora fez "muita coisa, muita mesmo" e que só conseguiu isso porque fez um governo de continuidade, apesar de "uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição".

Ao mesmo tempo em que pediu continuidade com Dilma, Lula não esqueceu do desejo de mudança expresso pela maioria da população em pesquisas.

"Por isso eu lhe peço: não deixe a mudança parar, não deixe o Brasil parar de mudar."

(Por Eduardo Simões; Edição de Alexandre Caverni)

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