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15 de Abril de 2010

 

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Graça Foster vê possíveis reajustes de combustíveis em 2014

A presidente disse que nunca houve planos para reajustes automáticos nos preços dos combustíveis, acrescentando que a decisão 'passa pelo poder discricionário da diretoria da Petrobrás'

08 de dezembro de 2013 | 10h 50
Reuters

SÃO PAULO - Os preços da gasolina poderão subir em 2014 com a aplicação da metodologia elaborada pela Petrobrás para os reajustes de preços de combustíveis no País, disse a presidente da estatal Maria das Graças Foster em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.

Questionada sobre novos aumentos em 2014, ano eleitoral em que o tema inflação centraliza os debates, a presidente da estatal, afirmou que os reajustes poderão ocorrer.

"É possível, pela metodologia, que nós possamos praticar novos aumentos", disse ao jornal.

A presidente disse que nunca houve planos para reajustes automáticos nos preços dos combustíveis, acrescentando que a decisão "passa pelo poder discricionário da diretoria da Petrobrás".

A Petrobrás reajustou os preços da gasolina em 4% e do diesel em 8% no final de novembro, já em linha com os princípios de uma nova política de preços da estatal.

A nova metodologia, é mantida em sigilo por decisão da companhia, após ponderação do Conselho de Administração de que nenhuma outra fórmula de precificação é levada ao mercado, disse ela.

"Não havia de fato a previsão de levar detalhes da metodologia, nem na sua versão inicial", argumentou.

No primeiro dia útil após o anúncio do reajuste, as ações da Petrobras despencaram 10%, puxando o principal índice da Bovespa, em meio à avaliação negativa de analistas que criticaram a falta de transparência sobre a metodologia.

Graça Foster reconheceu que a forte queda das ações foi muito ruim para a companhia, e acrescentou que "é preciso tempo para explicar e quantificar os efeitos da metodologia".

A executiva disse que houve "intensa discussão" para a definição do reajuste, e negou notícias sobre brigas ou embates entre ela e o ministro da Fazenda e presidente do Conselho da estatal, Guido Mantega, sobre a questão.

"Briga, embate, eu não confirmo de forma alguma", disse. "Não é uma discussão trivial. Mas queda de braço não houve."

(Por Fabíola Gomes)





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