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Identificadas as vítimas de acidente na Linha Amarela

28 de janeiro de 2014 | 13h 13
THAISE CONSTANCIO E MARCELO GOMES - Agência Estado

O Corpo de Bombeiros identificou os quatro mortos na queda de uma passarela de pedestres na Linha Amarela, na zona norte do Rio de Janeiro. Adriano Pontes de Oliveira, de 26 anos, caminhava pela passarela no momento do acidente. Ele acabou caindo dentro do rio que separa as duas pistas da via expressa. Celia Maria, de 64 anos, moradora de uma comunidade próxima, também estava andando pela passarela. Já Renato Pereira Soares Júnior estava dirigindo o Palio prata que foi esmagado pela estrutura. O quarto morto foi identificado como Alexandre de Almeida. Ainda não há confirmação oficial de que ele seja o motorista do táxi, também atingido pela passarela.

Morador da favela do Rato, que fica próxima ao local do acidente, Luis Felipe Silva de Lima, de 20 anos, contou que estava em casa dormindo quando ouviu um estrondo e saiu correndo para tentar resgatar a vítima que caiu no rio.

"Vi o rapaz tentando sobreviver. Desci no rio para tentar salvá-lo, mas como não tenho conhecimento de primeiros socorros, não consegui". Os bombeiros demoraram cerca de 30 minutos para chegar, segundo ele.

Moradores de comunidades às margens da Linha Amarela dizem que esta não foi a primeira vez que um caminhão bate na passarela. Mas a estrutura nunca havia caído. A passarela chegou a ser arrastada por cerca de 50 metros pelo caminhão, que trafegava com a caçamba levantada, segundo testemunhas.

Fiscalização

A concessionária Lamsa, que administra a Linha Amarela, disse que cabe aos "órgãos públicos" fiscalizar o tráfego de caminhões na via expressa nos horários proibidos: das 6h às 10h, e das 17h às 20h, em dias úteis. O acidente teria ocorrido por volta das 9h15, segundo testemunhas. A Prefeitura do Rio ainda não se manifestou oficialmente.

Segundo a Lamsa, cerca de 120 mil veículos transitam diariamente pela via expressa. A Linha Amarela tem cerca de 20 quilômetros e foi inaugurada em 1997. Liga Barra da Tijuca e Jacarepaguá, na zona oeste, a diversos bairros da zona norte, à Linha Vermelha, à Avenida Brasil, e à Ilha do Fundão/UFRJ.

O contrato de concessão, assinado em 1997 entre a Prefeitura do Rio e a Lamsa, vencia em 2022, mas foi prorrogado em maio de 2010 por mais 15 anos, até 2037. Em contrapartida, a concessionária deverá investir R$ 251 milhões. O pedágio é cobrado nos dois sentidos da via. A tarifa básica para veículos de passeio foi reajustada no início do mês de R$ 5 para os atuais R$ 5,50.



Tópicos: Passarela, Queda, Rio, Vítimas

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