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Lula nega viés estatizante e defende 'Estado indutor'

09 de fevereiro de 2010 | 15h 16
REUTERS

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta terça-feira que seu governo adotará um comportamento estatizante.

Ele afirmou que essa discussão é uma "bobagem imensa" e faz parte do passado. Citando o papel dos governos no combate aos efeitos da crise financeira global, entretanto, o presidente voltou a criticar os que defendem um Estado mínimo.

"Eu não quero um Estado administrador, mas eu quero um Estado indutor e um Estado fiscalizador", destacou em discurso em Governador Valadares (MG), durante cerimônia de inauguração de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de um polo de ensino a distância, de assinatura de contratos do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e de inclusão de famílias no programa Bolsa Família.

O presidente sugeriu que a polêmica deve-se à antecipação da campanha eleitoral.

"Vai começar aquele debate com gosto de coisa mofa", comentou.

(Reportagem de Fernando Exman)


Tópicos: POLITICA, LULA, ESTADO*