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Mais de 70 líderes mundiais são esperados nos funerais de Mandela

09 de dezembro de 2013 | 9h 38
ED CRO - Reuters

Mais de 70 líderes mundiais, do norte-americano Barack Obama ao iraniano Hassan Rouhani, estão a caminho da África do Sul para as cerimônias desta semana em homenagem a Nelson Mandela, numa reunião sem precedentes para celebrar a memória de um dos maiores pacificadores da humanidade.

A presidente Dilma Rousseff viaja nesta segunda-feira ao lado dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor de Mello, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva para acompanhar os eventos do funeral de Mandela.

O presidente cubano, Raúl Castro, o do Zimbábue, Robert Mugabe, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, também participarão dessa que será uma das maiores reuniões globais de dignitários na história recente, numa cerimônia a ser realizada na terça-feira no estádio Soccer City, em Johanesburgo, informou a chancelaria sul-africana na segunda-feira.

O estádio de 95 mil pessoas no Soweto, bairro que foi o epicentro da luta contra o apartheid, foi o local da última aparição pública de Mandela, que em 2010, dentro de um carrinho de golfe, acenou para a torcida na final da Copa do Mundo de futebol.

Mandela, primeiro presidente negro da história sul-africana, morreu na quinta-feira, aos 95 anos.

"O mundo todo está vindo para a África do Sul", disse Clayson Monyela, porta-voz da chancelaria, minimizando as preocupações com a logística e a segurança de um evento tão grande, com prazo de apenas cinco dias para ser organizado a partir da morte do político -- que já tinha a saúde muito frágil nos últimos meses.

"Obviamente não estamos começando do zero em termos de organização", disse Monyela. "Temos um sistema que entra em funcionamento sempre que a gente tem eventos dessa magnitude."

Desde que Mandela morreu em sua casa, cercado pela família e após uma longa batalha contra uma infecção pulmonar, os 52 milhões de sul-africanos mergulharam numa comoção que não se via desde que Mandela foi libertado dos seus 27 anos de prisão, em 1990, e que venceu a eleição presidencial, quatro anos depois.

No domingo, admiradores lotaram igrejas, mesquitas, sinagogas e salões comunitários para rezar e louvar o homem que é considerado o Pai da Nação e um farol global de integridade, retidão e reconciliação.

Após a celebração de terça-feira, o corpo de Mandela será velados durante três dias nos Edifícios da União, em Pretória, onde ele tomou posse como presidente, em 1994. O enterro será no dia 15, em Qunu, aldeia do seu clã, na província do Cabo Oriental. Esse evento, segundo Monyela, terá um caráter mais familiar, com a presença de poucos dignitários.

(Reportagem de Pascal Fletcher e Peroshni Govender)




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