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Manifestação de operários termina em confronto no CE

CARMEN POMPEU - Agência Estado

26 Junho 2014 | 12h 25

Confronto entre policiais e trabalhadores da construção civil em greve terminou com dois operários feridos e um professor detido, nesta quinta-feira, 26, em Fortaleza. Operários da construção civil no Ceara paralisaram suas atividades na segunda-feira, 23. Mas desde o início da Copa eles promovem passeatas pela cidade, parando canteiros de obra.

Na manhã desta quinta, em frente ao canteiro do Shopping RioMar, no bairro Papicu, houve confronto com policiais do Batalhão de Choque, que usaram bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para evitar a aproximação dos manifestantes. A Polícia alega cumprir liminar judicial que indica distância mínima de 500 metros do canteiro para a realização das manifestações.

Na ação, um operário quebrou o pé e outro ficou ferido no braço. Alguns manifestantes se refugiaram em uma escola, com permissão do segurança. Um professor identificado apenas como George foi detido.

Embora seja um movimento motivado por questões trabalhistas, os manifestantes também protestam contra os gastos com a Copa. Tentaram por vários dias ocupar a Avenida Beira Mar, onde está concentrada a rede hoteleira de Fortaleza, mas são sempre impedidos pela polícia, que argumenta ser aquela uma área de segurança por conta da realização do mundial.

Linhas policiais foram organizadas na Avenida Barão de Studart e no início da Avenida Historiador Raimundo Girão, próximo ao local da Fan Fest. No percurso de 1,5 quilômetro usado pelos manifestantes, alguns estabelecimentos comerciais fecharam as portas, sendo também registrados grandes engarrafamentos.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Construção Civil, a adesão à paralisação atinge 85% dos canteiros de obra em Fortaleza. Em nota divulgada nesta quinta-feira, o sindicato patronal, Sinduscon-CE, acusa o sindicato dos trabalhadores de impossibilitar as negociações. "Em vez de buscar o diálogo, opta por manifestações violentas, com bloqueio de ruas, depredações, saques em canteiros e agressões a operários e transeuntes", diz a nota.

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