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Normalização do tráfego de trens no RJ segue imprevista

22 de janeiro de 2014 | 11h 22
SERGIO TORRES E FELIPE WERNECK - Agência Estado

o descarrilamento de um trem perto da estação São Cristóvão (zona norte) ainda provoca problemas graves na circulação de passageiros que tentam chegar ao centro do Rio. Sem os trens, milhares de pessoas procuraram ônibus e o metrô, que superlotaram.

Não há previsão de retomada do tráfego ferroviário até a estação terminal Central do Brasil, no centro. Os trens chamados semidiretos (param em menos estações) circulam até a estação Engenho de Dentro (zona norte), a 15 km do centro. Os paradores - pegam passageiros em todas as estações dos ramais - vão até São Francisco Xavier , a cerca de 8km do centro. Os trens dos ramais Saracuruna e Belford Roxo (ambos na Baixada Fluminense) seguem até a estação Triagem, a 12 km do centro.

Por causa da superlotação nas plataformas, o Metrô chegou a fechar as entradas das estações de Triagem e Pavuna (zona norte), para evitar que as pessoas fossem empurradas sobre os trilhos.

A companhia informou, pelo twitter, que, a partir das 6h, reforçou a quantidade de trens na linha 2, que atravessa os subúrbios e são alternativa bastante usada pelos passageiros que preferem não se arriscar no sempre problemático transporte ferroviário.

A concessionária Supervia informou que técnicos estão no local do desastre na tentativa de reparar o sistema energético da linha e normalizar a operação o mais rapidamente possível. O trem acidentado foi retirado dos trilhos cinco horas após o descarrilamento.

O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, esteve durante a manhã na estação São Francisco Xavier. Segundo ele, a frota de ônibus foi reforçada. Osório afirmou que a Supervia terá que restituir o dinheiro das passagens.

Passageiros revoltados xingaram o secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, que também esteve no local. Ameaçado de agressão, Lopes teve que ser protegido por seguranças. Ele acaba de dizer, em entrevista à Globonews, que não há previsão de o sistema ferroviário ser restabelecido.

Agência reguladora dos transportes públicos, a Agetransp divulgou, em nota, que investiga o acidente. A Agetransp informou também que enviou uma equipe para o Centro de Controle Operacional da Supervia em busca de informações sobre o desastre.




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