Operadoras contestam resultados

A maior parte das operadoras avaliadas contestou os resultados da pesquisa do Idec.

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

11 Dezembro 2012 | 02h06

A Golden Cross, em nota, informou cumprir os prazos e possuir uma central de atendimento 24 horas para indicar médicos em caso de dificuldade de marcação. Para o Idec, porém, a medida não atende o objetivo, porque "a central indica profissionais, mas não marca a consulta", diz a advogada Joana Cruz, do Idec.

A Trasmontano também garantiu respeitar os prazos. Por meio de nota, afirmou que consultas com nutricionista e endocrinologista foram agendadas na rede credenciada da operadora.

A Amil disse respeitar os prazos e argumentou que, embora a marcação de consultas pela central não conste na Lei dos Planos de Saúde nem nas determinações da ANS, fornece a facilidade.

A São Cristóvão contestou os resultados, dizendo que os usuários não têm dificuldade para marcar consulta diretamente com prestadores. Para a empresa, o fato de o prazo exceder o determinado pela ANS - a consulta com o endócrino ficou para março - não pode ser considerado. Se o paciente procurasse marcar por conta própria a consulta, ele certamente conseguiria, diz.

O Estado procurou representantes da empresa Biovida, sem sucesso. A diretora da Universal, Clarissa Martins, disse que não opinaria sobre a pesquisa, porque não a recebeu. Segundo o Idec, o estudo foi enviado dia 26 de novembro. A Ameplan, por nota, afirmou que a empresa investe em "ampliações estruturais para garantir o aperfeiçoamento". A Ecole também disse respeitar a resolução da ANS. / L.F.

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