Pais são suspeitos de sumiço de menino em Goiás

A Polícia Civil de Goiás determinou a realização de uma avaliação psicológica de familiares de um menino de 4 anos de idade que está desaparecido há quase um mês. A mãe e o padrasto figuram como únicos suspeitos por falta de provas contra outras pessoas e porque eram os responsáveis pela criança. O menino Emivaldo Brayan, sumiu de casa na madrugada do dia 4 de março, em Indiara, a cem quilômetros de Goiânia, e nunca mais foi visto. As buscas foram realizadas até o dia 7, mas nenhuma pista foi descoberta na residência, nem em plantações de soja que foram vasculhadas, ou em câmeras de segurança da cidade.

MARÍLIA ASSUNÇÃO, Agência Estado

02 Abril 2014 | 15h53

Nesta quarta-feira, 2, a mãe Silmara Borges da Silva, dona de casa, o padrasto Luiz Paulo da Costa Batista, que é motorista, além de uma irmã de 6 anos de idade, e dos avós da criança, vieram até Goiânia para a primeira entrevista com o psicólogo forense Leonardo Faria.

Desde o sumiço de Emivaldo, o casal fez vários apelos para que a criança fosse devolvida e moradores de Indiara se comoveram com o caso.

Agora, o casal convive com a condição de suspeito porque, afirmando que o menino não poderia ter desaparecido sozinho, o delegado de Indiara, Queops Barreto, declarou que os únicos suspeitos são a mãe e o padrasto. Ele solicitou a avaliação psicológica dos parentes em busca de eventuais motivos para elucidar o caso. Também espera o resultado de uma perícia mais detalhada na casa da família para dar andamento no inquérito.

Mais conteúdo sobre:
sumiço menino Goiás

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.