Pilotos consideram Malásia ideal para testar asa móvel
A adoção das asas traseiras móveis na Fórmula 1 tem como objetivo facilitar a ultrapassagem, e os pilotos concordam que o Grande Prêmio da Malásia, deste fim de semana, será o local perfeito para testar a sua eficácia.
A corrida de abertura da temporada, em Melbourne, teve como destaque a longa disputa entre Felipe Massa, da Ferrari, e Jenson Button, da McLaren, mas as retas curtas do Albert Park pouco fizeram para sugerir que a corrida estivesse mais competitiva.
O circuito de Sepang, entretanto, tem duas retas bastante compridas e, com a zona de detecção do sistema de redução de arrasto (DRS) fixada na quinta-feira na curva final antes da reta inicial, as oportunidades de ultrapassagem serão bem maiores do que as observadas na Austrália.
Na zona de detecção do DRS, os pilotos devem estar a um segundo do rival da frente para ter a asa acionada. Nessa área, os pilotos abrem um flap para ganhar mais velocidade de ultrapassagem antes que ele se feche automaticamente quando os freios são empregados.
"Eu me aproximei bastante do Fernando Alonso (da Ferrari) algumas vezes na Austrália e apenas uma vez de Lewis Hamilton (da McLaren) na terceira volta", disse a jornalistas na quinta-feira Mark Webber, da Red Bull, que terminou em quinto.
"Fernando era um dos quais eu esperava pressionar mais."
"Mas era uma característica de curva do começo ao fim...era muito rápida. E a entrada da curva um, mesmo que você chegasse perto, era fácil para o cara manipular uma linha para você e te dar uma trajetória diferente na curva."
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