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Protesto contra nova tarifa reúne 500 pessoas no Rio

FÁBIO GRELLET - Agência Estado

10 Fevereiro 2014 | 21h 45

No início da noite desta segunda-feira, 10, cerca de seis horas após a confirmação da morte cerebral de Santiago Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes ferido por um rojão durante um protesto na última quinta-feira, 6, no Rio, outro protesto contra o aumento das passagens de ônibus na capital fluminense, reuniu cerca de 500 pessoas. Desta vez, porém, não houve confrontos entre ativistas e policiais e ninguém se feriu.

O ato começou às 18h, na mesma praça onde Andrade foi atingido, em frente ao Comando Militar do Leste e ao lado da estação ferroviária Central do Brasil. Em meio a dezenas de policiais da Polícia Militar (PM), um grupo, então com aproximadamente 200 pessoas, decidiu caminhar rumo à sede da Fetranspor, a entidade que reúne os donos das empresas de ônibus que fazem o transporte municipal no Rio.

O aumento da passagem, de R$ 2,75 para R$ 3,00, em vigor desde o último sábado, 8, era a razão do protesto. O grupo seguiu pela Avenida Presidente Vargas até a Avenida Rio Branco, sempre escoltado pela polícia e, embora tenham ocorridos provocações, não houve nenhum incidente. Antes de chegar à sede da Fetranspor, o grupo, que então já contava aproximadamente 500 pessoas, parou em frente à Assembleia Legislativa do Rio, onde um cordão de policiais estava postado. Após algumas provocações e gritos de guerra contra a PM, o grupo seguiu até a sede da entidade, onde incendiou uma catraca de ônibus, levada pelos próprios manifestantes.

"Tem que protestar. Só assim vamos mudar algo. A imprensa falou sobre o cinegrafista, mas não mostrou o ambulante que morreu atropelado no mesmo protesto de quinta passada", reclamou o ambulante José Roberto, que não quis informar o sobrenome e se identificou como "black bloc". Cobrindo o rosto com uma máscara preta, ele ajudou a incendiar a roleta. O ambulante a que o ativista se referia foi atropelado por um ônibus durante o ato anterior, na frente da Central do Brasil, e morreu após receber socorro. Os manifestantes seguiram da sede da Fetranspor até a frente da Câmara Municipal, na Cinelândia, onde permaneciam até o fechamento desta edição.

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