1. Usuário
Geral
Assine o Estadão
assine

PT organiza campanha para Dilma conciliar atividades eleitorais fora do expediente

REUTERS

08 Julho 2014 | 16h 15

Coordenadores da candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição reuniram-se em Brasília para organizar a campanha e tentar montar atividades e eventos eleitorais de modo compatível com a agenda presidencial, afirmou nesta terça-feira o presidente do PT, Rui Falcão.

Segundo o petista, que esteve reunido na segunda e terça-feira com coordenadores regionais de campanha, Dilma deve marcar caminhadas, encontros, comícios e outros eventos eleitorais prioritariamente para horários fora do expediente de trabalho.

"Nós nunca podemos esquecer: diferente da campanha passada, em que ela era só candidata, agora ela é presidenta e candidata... é vital que ela continue a dirigir o país no rumo que ele vem tomando", disse Falcão a jornalistas.

O dirigente petista ponderou ainda que sobrará pouco tempo para Dilma fazer viagens e "grandes mobilizações", já que além dos compromissos presidenciais, a candidata ainda terá de reservar parte de seu tempo para gravações de programas de rádio e TV, debates e entrevistas.

"Há quem entenda que a presidenta, em todos os momentos, é presidenta. Ela pode desenvolver atividades no horário normal", explicou. "Nós vamos preferir... fazer (campanha) no fim de semana, à noite, horário de almoço."

Segundo a Folha de S.Paulo, a Advocacia-geral da União (AGU) teria avaliado que a presidente pode fazer campanha durante o horário de trabalho, além de poder aproveitar viagens oficiais para fazer atos de campanha. Desde que os gastos da União sejam reembolsados.

Falcão disse que as viagens de Dilma também devem levar a densidade eleitoral como critério preferencial.

SÃO PAULO

O dirigente petista rechaçou a possibilidade de anulação da candidatura do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha ao governo de São Paulo. Decisão provisória da Justiça de São Paulo concedida no último sábado anulou a convenção do partido que lançou a candidatura do ex-ministro.

"Não há nenhum risco para a candidatura do Padilha... De maneira nenhuma", disse Falcão.

A liminar da Justiça Paulista foi concedida a pedido do deputado estadual Luiz Moura, que havia tido seus direitos partidários no PT suspensos pela sigla por suposta ligação com a organização criminosa PCC.

O PT pode recorrer da decisão, que se for mantida anularia todas as candidaturas do partido em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Alexandre Caverni)

Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo