Sua Excelência, o ceviche

Peixe branco, atum, salmão, vieira, camarão... Não importa a variedade, desde que esteja fresquíssimo. Corte-o em cubinhos e ponha na geladeira. Prepare os temperos: fatie a pimenta e algumas folhas de coentro. Cebola roxa em juliana. Tempere o peixe com sal e limão. Misture a pimenta, o coentro e, por último, a cebola. Então é só levar à boca. Se quiser, tome aquele caldinho que ficou no fundo do prato - não é falta de educação, não. Ele é chamado de “leite de tigre” e tem fama de ser poderoso contra a ressaca. O bom ceviche é vibrante. Leve, apesar de intenso. Picante, sem ser apimentado. Sua receita não poderia ser mais simples, mas tem a verdadeira sofisticação gastronômica: a excelência dos produtos frescos e o respeito aos sabores originais. Nada mais atual. Em São Paulo já se comem bons ceviches. E até o fim de março a oferta vai aumentar, com a inauguração de três restaurantes especializados. O Paladar provou alguns ceviches dos cardápios paulistanos.

19 Fevereiro 2009 | 00h00

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