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Triunfo descarta mudanças em consórcio de Viracopos

27 de julho de 2012 | 12h 22
Reuters

O consórcio que venceu o leilão de concessão e administrará o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), não deve sofrer alterações, visto que todos os componentes do grupo estão satisfeitos com a atual formação, segundo o presidente da Triunfo Participações, Carlo Botarelli.

O consórcio Aeroportos Brasil, formado por Triunfo, UTC Participações e Egis Airport Operational, obteve a concessão de Viracopos ao oferecer, no leilão de 6 de fevereiro, 3,8 bilhões de reais, o que representou um ágio de 160 por cento em relação ao preço mínimo estipulado.

"Não existe essa possibilidade no momento. Não tem nenhum movimento em andamento", afirmou o executivo a jornalistas após evento da companhia na BM&FBovespa.

No início de maio, uma fonte do governo afirmou à Reuters que o consórcio poderia ter uma empresa holandesa em sua composição, e que a nova companhia poderia ser adicionada ao grupo vencedor ou substituir um de seus participantes.

"No consórcio está todo mundo feliz... para alguém entrar precisa ganhar espaço dos que estão dentro, e se está feliz não vai abrir espaço", acrescentou.

De acordo com Botarelli, atualmente o aeroporto passa por uma fase de transição e, em 90 dias, o consórcio deve estar pronto para assumir integralmente as operações de Viracopos.

"Teríamos mais 60 dias para prorrogar esse prazo, mas hoje a sensação que temos é de que a Infraero está sendo muito solícita, está sendo um excelente sócio que tem conhecimento do assunto", disse.

Além disso, o executivo afirmou que houve uma mudança no projeto do novo terminal por conta de condicionantes ambientais, sendo que agora ele estará localizado mais próximo da cabeceira da pista, o que beneficia o movimento de pousos e decolagens pelas companhias aéreas.

O novo terminal deve ser concluído em 22 meses. "Vai dar tempo, lá podemos trabalhar 24 horas por dia", disse ele.

Botarelli afirmou ainda que a companhia deve participar do leilão de energia elétrica A-5, previsto para outubro, embora não divulgue quais usinas participantes do certame despertam maior interesse da companhia. "Estamos analisando todos, fazendo projetos de engenharia".

A Triunfo administra a usina de Salto (GO) e está construindo Garibaldi (SC). No caso de Salto, Botarelli afirmou que a empresa recebe propostas de compra, mas que gostaria de fazer uma associação com um parceiro estratégico.

Sobre Garibaldi, a geração de energia deve ser iniciada em agosto do ano que vem, o que representa 14 meses de antecipação em relação ao previsto em contrato.

GALEÃO E SUAPE

Apesar de afirmar que é preciso "digerir Viracopos primeiro", o presidente da Triunfo afirmou que a companhia tem interesse em um eventual leilão de concessão do aeroporto do Galeão (RJ).

"O Galeão é um aeroporto que temos interesse, faz sentido para nós", disse Botarelli. No que se refere a rodovias, o executivo disse que "o que aparecer a gente vai participar".

Além disso, a Triunfo deve participar do leilão de sub-concessão de um terminal de contêineres em Suape (PE), cujo edital deve sair no final de agosto.

"Nós vamos participar de Suape.... o edital deve sair no final de agosto, está em audiência pública. A gente tem obrigação de estudar tudo, a gente quer crescer", completou.

EMISSÃO DE DEBÊNTURES

A Triunfo emitirá este ano debênture no valor de 100 milhões de reais para o setor de energia. Segundo o diretor financeiro da companhia, Sandro Lima, a emissão tem as pré-condições para ser emitida como uma debênture de infraestrutura.

De acordo com ele, uma nova emissão de ações da empresa, que completou cinco anos de listagem no mercado, está descartada.

"A nova emissão de ações é uma forma desejável para toda companhia... não tivemos ainda todas as conquistas que apresentamos refletidas no preço da nossa ação. E até que esse reflexo aconteça nós não vamos fazer uma nova emissão de ações. Mas temos várias opções para bancar esse crescimento", disse.

(Por Carolina Marcondes)




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