Web também ajuda a estudar em grupo

"Devemos assinalar o que é confiável e aguçar no aluno um espírito crítico em relação à fonte que está sendo consultada", afirma Blaidi Sant’Anna, diretor pedagógico da escola Móbile. Em meio à vastidão da web é de fato difícil separar o joio do trigo. Pensando em facilitar a vida dos estudantes que desejam se preparar para o vestibular com a ajuda da internet, o Link consultou diversos educadores de diferentes colégios e cursinhos de São Paulo e selecionou 14 sites confiáveis e gratuitos, entre os indicados pelos profissionais. Tudo para facilitar a vida dos vestibulandos (veja os escolhidos na página ao lado). Outra importante dica é utilizar sites que funcionam como redes sociais de links favoritos. Serviços como Delicious (delicious.com), Furl (www.furl.net) e Google Bookmarks (www.google.com/bookmarks) permitem guardar os seus sites favoritos ou bookmarks na web e assim consultá-los de qualquer PC com acesso à internet. Esses sites também são ótimos para quem estuda em grupo, pois permitem que se compartilhe com amigos links e endereços virtuais que possam ajudar amigos e colegas de aula – uma vez que também são redes sociais. Para os vestibulandos que estudam em grupo ainda é possível compartilhar os seus bookmarks. O serviço do Google, todo em português, é o mais simples entre os indicados, mas, em compensação, não permite o compartilhamento. A leitura de jornais e revistas, inclusive internacionais, também é aconselhada pelos educadores. É que as questões de inglês nos vestibulares costumam ser extraídas de matérias jornalísticas. Algumas boas sugestões são o americano The New York Times (www.nytimes.com) e o inglês The Guardian (www.guardian.co.uk). A BBC (www.bbc.co.uk) oferece no endereço educacao.uol.com.br/ingles-bbc um curso online de inglês. Mas o livro didático continua sendo a ferramenta de aprendizado mais utilizada por professores. Não há dúvida de que, com a velocidade das mudanças, a rede ganha cada vez mais espaço. "Às vezes o conteúdo é o mesmo, mas parece que se estiver em uma tela o jovem acha mais fácil", diz Maria Angela de Camargo, professora de matemática do colégio Ítaca. B.G.

25 Agosto 2008 | 00h00

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