Autópsia teve procedimento padrão, diz hospital

A Secretaria de Estado da Saúde informou ontem que, por causa do feriado, não era possível fornecer detalhes sobre a necropsia do garoto Enzo - em especial, se houve retirada integral dos órgãos ou apenas de fragmentos.

O Estado de S.Paulo

02 Maio 2012 | 03h05

Em nota, o Instituto Dante Pazzanese informou que a criança morreu por causa da gravidade de seu quadro clínico e defendeu que a necropsia realizada no hospital foi realizada com autorização da família, para melhor investigar a causa do óbito. De acordo com a nota, o procedimento foi autorizado por meio de documento assinado pelos pais e duas testemunhas. "Todo procedimento foi feito respeitando os protocolos médicos previstos", diz o texto do instituto.

A Secretaria de Segurança Pública, pasta responsável pelo IML, não confirmou se o corpo chegou ao instituto sem os órgãos. Informou apenas que o instituto colheu materiais - sem deixar claro se eram dos órgãos ou de outras partes do corpo - para análise. O laudo deve sair em 30 dias. A reportagem não conseguiu contato com o legista do IML que atendeu Enzo.

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