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Cartas - 29/01/2011

29 de janeiro de 2011 | 0h 00
- O Estado de S.Paulo

KASSAB
Aviso ao prefeito

Acho que o prefeito Gilberto Kassab está "viajando na maionese", como se diz por aí. Foi eleito vice na chapa de José Serra para prefeito porque era vice do Serra! Foi eleito prefeito porque continuou com a maioria da equipe composta por Serra e os eleitores que estavam contentes com o modo como a cidade fora administrada votaram em peso nele. Agora, depois que fez os seus secretários, a administração da cidade está uma droga. É só sair pelas ruas. Nem os relógios digitais, que só devem depender de um contrato com outras companhias, funcionam. Do lixo nem se fala. E por aí vai... Ele que abra os olhos, pois eu, que votei nele, não votarei mais, já que sua capacidade talvez seja a de só fazer conexões políticas. E acredito que muitos não o farão. Portanto, o partido que o quiser que pense bem. Kassab não é Serra. Nem Alckmin. É só Kassab.

MARIA TEREZA MURRAY
terezamurray@hotmail.com
São Paulo
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TURISMO
Instrução Normativa 1.119

Sobre o editorial Benefícios para viajar (12/1, A3), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio) esclarece que, diverso do informado, a Instrução Normativa (IN) 1.119 da Receita Federal não visa a trazer nem traz benesses ao setor, e sim engessa a atividade das agências de turismo brasileiras, ao inovar na obrigatoriedade de emissão de nota fiscal pelo valor total dos serviços intermediados - e não pelo preço do serviço de intermediação, como prevê a Lei do Turismo -, gerando alta tributação, com a incidência de PIS, Pasep, Cofins e ISS, equivalente a 86,5% das receitas das agências de turismo no que tange a serviços prestados no exterior. Assim, não se vislumbra redução, mas aumento de custos. Desse modo, resta-lhes cobrar de seus clientes o Imposto de Renda (IR) sobre os serviços prestados no exterior, onerando as viagens em 31%. Inexplicavelmente, limitou-se a isenção desse imposto a mil passageiros/mês por agência, muito abaixo da prática de mercado, prejudicando a categoria. O limite legal de R$ 10 mil (US$ 5.880) por mês por passageiro, instituído pela lei que a IN 1.119 regulamenta, inibe a aquisição de viagens de valor superior via agência e cerceia a liberdade de o consumidor gastar conforme sua renda. Vale destacar a desnecessidade de novas normas a respeito, pois desde o implemento do dólar turismo (1988) o regulamento do IR já normatiza devidamente a questão, explicitando a não incidência do imposto sobre remessas de pagamentos de serviços turísticos utilizados no exterior. A Fecomércio põe-se à disposição das autoridades na busca de sistemática que evite eventuais burlas, não onere o consumidor com destinos internacionais nem motive a adoção de idênticas restrições por outros países a seus cidadãos que queiram visitar o Brasil, em face da chegada da Copa do Mundo de Futebol e da Olimpíada.

ABRAM SZAJMAN, presidente
clarisse.ferreira@fischer2.com.br
São Paulo
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Novo revés

Se não for modificada, a IN 1.119 causará malefício às agências e, por comporem o mais importante sistema de distribuição de serviços turísticos no País, ao mercado e ao viajante, que é o remetente de fato de valores para o pagamento desses serviços que utiliza no exterior. Desde antes da proibição, em junho de 1976, e depois da normalização dessas remessas, em dezembro de 1988 - com a instituição do dólar turismo -, nunca houve incidência de IR retido na fonte. As agências de turismo providenciam as remessas em nome e por conta dos viajantes, que usam seus serviços de intermediação de transporte, hospedagem e afins, razão por que serão os passageiros, e não as agências, os mais onerados. Essa incidência "nunca antes na história deste país" ocorrida, criaria tratamento tributário diferenciado entre as compras de serviços turísticos no exterior via agências e as feitas diretamente dos respectivos fornecedores, via internet, não alcançados pela lei brasileira. Na hipótese da compra direta, o viajante abre mão da assistência das agências nas comuns alterações ou remarcações de reservas e perde a proteção da lei brasileira de defesa do consumidor, ficando sujeito à lei do país do fornecedor do serviço turístico de transporte, hospedagem, receptivo, etc. Portanto, nenhum benefício está sendo concedido às agências de turismo ou ao viajante com a regulamentação da isenção do IR retido na fonte, pois, além de nunca ter incidido sobre elas, também nunca tiveram limites, como agora. Pois o artigo 60 da Lei n.º 12.249, de 11/6/2010 - origem da IN 1.119 - limitou a R$ 20 mil por mês a isenção nas transações diretas do viajante e, inexplicavelmente, a R$ 10 mil por viajante nas feitas por meio de agências de turismo, induzindo as compras diretas do fornecedor estrangeiro. Não satisfeita, a IN limitou a mil passageiros/mês (?!) a isenção nas remessas feitas por meio das agências, número que, além de também inexplicável, é totalmente incompatível com o movimento do mercado, em especial com o expressivo incremento do contingente de novos consumidores. Mantido esse limite, as agências terão de parar de vender serviços turísticos internacionais quando chegarem ao passageiro mil do mês ou, a partir dele, cobrar mais o IR retido na fonte, entre 15% e 25%, conforme o país de destino, ou, na dúvida, cobrar de todos, em rateio! Outro erro da IN é ignorar as espécies de preço do serviço da agência definidas no artigo 27, § 2.º, da Lei 11.771, de 17/9/2008 (Lei Geral do Turismo): comissão paga pelo fornecedor, valor agregado ao preço de custo do fornecedor e/ou taxa de serviço cobrada do consumidor. Nessa linha, a agência de turismo deve emitir nota fiscal pelo preço de seu serviço de intermediação, em nome do fornecedor, se comissão, ou do consumidor, se valor agregado ou taxa de serviço, não pelo valor dos serviços intermediados, e sempre em nome do viajante, como exige a IN, se mantida a sua redação. Por isso, é um engano pensar que a lei e a IN sobre isenção do IR sobre as remessas de valores para o exterior para cobertura de gastos em serviços de turismo trazem ou poderão trazer algum benefício às agências, ao contrário, é um novo revés para elas. A Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav Nacional), com as demais entidades representativas do setor, está mobilizada em busca da correção da IN e do reconhecimento legal da não incidência que sempre houve sobre remessas. Para tanto está em contato direto com diversas autoridades, suprindo o crônico desconhecimento sobre o funcionamento do agenciamento turístico, mostrando, inclusive, o risco de retaliação de países cujos residentes viajam para o Brasil, altamente prejudicial na iminência de eventos como a Copa e a Olimpíada.

JOANDRE FERRAZ, assessor jurídico da Abav Nacional
noticias@abav.com.br
Rio de Janeiro
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"Devolve o meu voto, Kassab!"

STANISLAW CORDEIRO / SÃO PAULO, SOBRE A INSATISFAÇÃO COM AS ATITUDES DO PREFEITO
ratles2@hotmail.com

"A maior tragédia brasileira é o desinteresse do povo pela política por causa da impunidade, da falta de justiça e, principalmente, por ter perdido a crença em que algo vá mudar"

ANGELO ANTONIO MAGLIO / COTIA, SOBRE OS POLÍTICOS
angelo@rancholarimoveis.com.br

"Milionário em recursos naturais, o Brasil é mendigo em recursos humanos"

LAÉRCIO ZANINI / GARÇA, SOBRE A NECESSIDADE DE IMPORTAÇÃO DE MÃO DE OBRA ESTRANGEIRA
arsene@uol.com.br

Presidente não pretende alterar critérios de reajuste do mínimo definidos pelas centrais sindicais
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VOCÊ NO ESTADÃO.COM.BR
TOTAL DE COMENTÁRIOS NO PORTAL:1.744

TEMA DO DIA
"O que propomos é R$ 545", afirma Dilma

"Dilma, para não ser tão humilhante, pelo menos arredonda para R$ 550. Número quebrado assim pode até dar azar."

GEOGENES GOMES DA SILVA

"Sindicalistas combinam uma coisa e depois querem outra."

FRANCISCO KAVESKI

"A presidente está correta. Se foi combinada uma regra para aumento de salário mínimo, que se cumpra. Temos de parar com essa nossa mania de jeitinho."

ANGELO INDELICATO


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Cartas enviadas ao fórum dos leitores, selecionadas para o estadão.com.br

Trabalhistas!

"Trabalhadores do Brasil..." Já não se fazem bons trabalhistas como antigamente, lembram? Agora a "economia" reclama da falta de mão de obra qualificada. Trabalhadores que não estão conseguindo emprego reclamam que "empregadores só querem" mão de obra qualificada. O Ministério do Trabalho diz que o governo deveria investir mais de R$ 1 bilhão por ano para atender a essas necessidades. Lula gastou somente cerca de 80 a 90 milhões de reais por ano nesse assunto e diz que deixou o Brasil "um paraíso invejado pelo resto do mundo". O novo Orçamento prevê cerca de R$ 200 milhões, que certamente serão cortados e "contingenciados". Afinal, quem é o responsável pela qualificação da mão de obra, os empresários, que pagam os impostos, ou o governo, que os recebe? Trabalhistas, onde estão vocês? Só aparecem na ocasião do "salário mínimo"?

Fabio Figueiredo : fafig3@terra.com.br

São Paulo

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Mão de obra estrangeira?

Quando eu era menino, na década de 50, lembro que produto japonês era sinônimo de porcaria e ninguém comprava. Na década de 70 o mesmo Japão era referência em qualidade de produtos, sendo hoje um país de tecnologia avançada. Já adulto, vi o mesmo acontecer com a Coreia do Sul e um exemplo me lembra muito essa condição: quando, no fim do ano de 1970, cantávamos o Brasil tricampeão em futebol e dizíamos ser a oitava economia no mundo, vi uma garota sul-coreana carregando uma mala enorme lotada de roupas para vender de porta em porta e que na década de 90 deve ter voltado ao seu país, hoje com níveis de Primeiro Mundo. Agora, na casa dos 60 anos, vejo o mesmo acontecer com a China, que depois de defenestrar as bobagens plantadas por comunistas e quase morrer de fome, graças ao "inteligentíssimo" Mao Tsé-tung, mudou sua forma de governo e hoje fabrica e exporta bilhões de dólares desde bugigangas a preço de banana até automóveis, navios, armas, mísseis... E coloca satélites no espaço, mostrando um desenvolvimento surpreendente. Tornou-se a segunda economia mundial. Mas o que levou esses três países a se desenvolverem tanto num espaço de apenas 60 anos? Simples, investimento pesado em educação! E nós, o que fizemos nesses 60 anos? Crescemos muito mais em virtude de nossos recursos naturais do que tecnológicos, porque nosso investimento em educação é uma vergonha, e bastou crescermos um pouco para faltar mão de obra qualificada, a ponto de já falarem em trazer de fora. Hoje, conseguir um pedreiro que saiba trabalhar com nível e prumo para erguer uma simples parede já está difícil, porque não investimos até em mão de obra simples como essa e outras, pintores, eletricistas, azulejistas, marceneiros, carpinteiros, todos fáceis de treinar. A pouca quantidade da educação oferecida à população ainda vem com baixa qualidade, porque quem deveria transmitir conhecimentos não tem preparo suficiente, pois os salários são baixos e não atraem os mais capazes. Essa situação também explica o fato de nunca um brasileiro ter ganho um Prêmio Nobel, seja em Física, Química, Matemática, Medicina e outros, que fazem um país chegar ao Primeiro Mundo. Mas para que Prêmio Nobel? Somos pentacampeões mundiais de futebol e fazemos o maior carnaval do planeta! Se nosso país é milionário em recursos naturais, é mendigo em recursos humanos.

Laércio Zanini arsene@uol.com.br

Garça

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O jovem, o trabalhador e o aposentado

O Brasil é a oitava e pretende logo chegar à condição de quinta maior economia do mundo. Mas padece da falta de mão de obra capacitada para servir à economia tecnologizada; não consegue ter nem a massa de trabalhadores para a construção civil aquecida. Essa carência leva os aposentados a continuarem no mercado, ocupando o lugar que deveria naturalmente ser cedido aos milhares de jovens que chegam à idade de inclusão trabalhista. Governo, entidades e a sociedade não podem tardar no desenvolvimento de novas políticas que façam do ensino instrumento profissionalizante de inclusão ao trabalho. Há que encontrar um meio de garantir ao aposentado a renda e os meios suficientes para viver sem a necessidade de continuar trabalhando.

Para o ensino há que investir em métodos e no acesso das populações a cursos eficientes. Para o aposentado tudo poderia começar pelo respeito e reconhecimento pelos serviços prestados, com o governo assumindo, via Tesouro, os salários hoje pagos aos rurais, a anistiados e a outros beneficiários que não contribuíram para a formação do bolo previdenciário. Se as fatias forem servidas apenas àqueles que contribuíram para fazer o bolo, cada um receberá mais e não precisará continuar trabalhando até o fim de suas forças. Suprido, poderá, se quiser, empregar seu tempo em obras sociais e humanitárias, sem a preocupação de ter de ganhar o próprio sustento...

Tenente Dirceu Cardoso Gonçalves - dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo) aspomilpm@terra.com.br

São Paulo

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Estrangeiros no Brasil

Embora resida em Curitiba, leio com frequência numa biblioteca os principais jornais de São Paulo. E li no Estadão de São Paulo de 24/1 a reportagem sobre a celeuma em volta da contratação de mão de obra qualificada estrangeira, sobretudo europeia, devido ao fato de os países europeus desenvolvidos não proporcionarem reciprocidade aos cidadãos brasileiros.

Mas li em outro jornal que em São Paulo traficantes nigerianos, peruanos e bolivianos se dedicam ao tráfico de drogas, à falsificação de documentos, fraudes em telefonia celular e até prostituição, sem a menor dificuldade ou impedimento.

Com isso a única conclusão a que lamentavelmente pude chegar é que países como a Nigéria, o Peru e a Bolívia oferecem aos marginais brasileiros a mesma reciprocidade...

Ricardo Martins Soares italiaparana@yahoo.com.br

Curitiba

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INVESTIMENTO EM EDUCAÇÃO

Os imigrantes japoneses trabalharam duro na lavoura... Investiram na educação dos seus filhos. Japonês não "quebra pedra". Quem não estuda tem de "quebrar pedra" para sobreviver. Quem não estuda é curto de inteligência ou preguiçoso. Lamentavelmente, somos um povo muito ignorante e muito pobre porque os governantes não investem e não estimulam a educação. A escolaridade resolve uma série de problemas sociais. Depois da 2.ª Grande Guerra Mundial o Japão ficou arrasado. O sábio imperador Hirohito estimulou, valorizou a educação. Em algumas décadas o Japão se tornou país de Primeiro Mundo, uma potência mundial. Minha gente, sem educação não há "ordem e progresso". Há enorme gastança com os governantes, mas não resolvem os graves problemas brasileiros.

Fraterno Maria Nunes fraternomarianunes@gmail.com,

Campo Mourão (PR)

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Diploma prêt-à-porter

"Uma das mais agudas debilidades do País na área de ciência e tecnologia está na formação de pessoal" (26/1, A1). Para resolver isso o Ministério dessa área pode ensinar como se formar rapidamente, mesmo sem ter de se esforçar para tanto. Há certas universidades especializadas nisso.

Flavio Marcus Juliano opegapulhas@terra.com.br

São Paulo

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Educação?!

A sra Dilma já começa mal ao elogiar o seu padrinho político Lula ao dizer que ele e seu vice, ambos sem diploma, mostraram compromisso com a educação. Esqueceu a classificação do Brasil no mundo em relação à educação.

O que o governo Lula fez em relação à educação foi incentivar a conquista de diploma pelo diploma, não interessando que tipo de faculdade privada e se os cursos que ela oferece vão mesmo fazer a diferença na vida desses alunos. As faculdades federais criadas o foram com fins eleitoreiros.

Ao criar o ProUni, o que vejo é a transferência (bolsa?) para as entidades particulares lucrarem, em vez de investir esse dinheiro pesadamente nas escolas públicas de ensino médio , dando condições de estes alunos competirem nas universidades públicas em igualdade de condições com os alunos que fazem um ensino médio em escolas privadas e "brigam" por uma vaga nas faculdades públicas.

Daqui a uns anos teremos uma turma de possuidores de diplomas, descompassados em relação ao que o mercado necessita e sem trabalhos dignos! Chega de lorota, sra. Dilma.

Tania Tavares taniatma@hotmail.com

São Paulo

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Ócio em universidades públicas

Vestibulares opressivos e sobras de vagas em faculdades públicas ociosas, nos campos em que a falta de espaço no mercado de trabalho afasta o interesse da população, é a realidade esquizofrênica de nosso sistema educacional, precário e descompassado com as necessidades econômicas e sociais. Nos últimos tempos não há uma única notícia que justifique o mais leve aplauso ao Ministério da Educação do Brasil.

Amadeu Roberto Garrido de Paula amadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DAQUELE PAÍS

Tive a oportunidade de ouvir o discurso anual sobre o estado da União, proferido no início da semana pelo presidente Barack Obama, no Congresso dos EUA, a respeito da nova aspiração do sonho americano de privilegiar a educação, a tecnologia e a ciência. Durante a cerimônia, numa demonstração inequívoca da pujança de regimes democráticos, o presidente, aplaudido reiteradas vezes de pé por parlamentares de ambos os partidos políticos, fez jus ao crescente aumento da sua popularidade.

Sergio S. de Oliveira ssoliveira@netsite.com.br

Monte Santo de Minas (MG)

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Politicamente corretos, mas analfabetos

A taxa de analfabetismo do Brasil entre pessoas de 15 anos de idade ou mais caiu de 10% para 9,7% entre 2008 e 2009, a quinta queda consecutiva. No entanto, em números absolutos, os dados recém-divulgados pelo IBGE mostram que ainda existem 14,1 milhões de analfabetos no Brasil, situação que coloca o País atrás de nações como Bolívia, Paraguai e Argentina.

Mas os números divulgados pelo IBGE poderiam ser ainda piores se a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) considerasse alfabetizados apenas os brasileiros capazes de ler e interpretar um texto simples, condição dominada por pouco mais de 15% da população. Os outros 75% sabem escrever o nome, podem ler um bilhete com dificuldade, mas não são capazes de entender o conteúdo dele. Daí a pergunta: esses brasileiros são alfabetizados? Claro que não. Portanto, se o Pnad resolvesse mudar seu método de pesquisa e o deixasse mais condizente com a realidade, teríamos 75% da população brasileira classificada como semialfabetizada. E a vergonha não pararia por aí.

Ainda tenho guardada a edição da revista Veja de 7 de novembro de 2008, que traz uma matéria intitulada "Metade dos brasileiros não sabe onde fica o Brasil". Cerca de mil pessoas, em 70 municípios, foram entrevistadas pela revista. A pergunta era simples. Diante delas abria-se um mapa-múndi e pedia-se que o Brasil fosse apontado. Metade dos entrevistados não soube responder. Quando o pedido era localizar países conhecidos, como a França, por exemplo, o índice de ignorância chegava a atingir 97% dos entrevistados. Para 84% dos brasileiros a localização geográfica da Argentina é tão desconhecida quanto meu nome em Kiev. Por isso, não acho que seja tão vergonhoso quando escuto dizer que os americanos acreditam que a capital do Brasil seja Buenos Aires, mesmo porque 84% deles sabem ao menos localizar os Estados Unidos no mapa. Nós, não.

Desta vez não posso atribuir tal mazela unicamente à deplorável condição do sistema educacional do País, mesmo porque não há o menor sentido em fazer um aluno ficar decorando mapas, assim como não há sentido algum em fazê-lo ler Shakespeare ou Machado de Assis quando ele não sabe nem mesmo usar singular e plural. Pedir à escola que ensine ao aluno onde fica sua própria nação é pedir demais! Mesmo assim, ela está mais preocupada em ensinar outras coisas, julgadas por ela mais importantes, como, por exemplo, não colocar apelidos no amiguinho de classe. É "bullying", ensinam as "tias".

Conscientização ambiental também tem sido outro assunto em alta nas salas de aula. Prova disso é que a garotada tem saído do ensino médio sem as noções mais básicas de Matemática, Português e Geografia, mas sabe separar vidro, papel e plástico exemplarmente no lixo da cozinha. E também sabe que coxinha na hora do recreio, nem pensar. Tem colesterol. E sabe mais: como usar uma camisinha, já aos 10 anos de idade (há uma banana de modelo na sala de aula), e que, em casa, o casal papai e mamãe não precisa, necessariamente, ser formado por um papai e uma mamãe. A dupla pode ser papai e papai, ou mamãe e mamãe, como tem hasteado, com apoio do ensino brasileiro, a bandeira do movimento GLBT.

Como se vê, a escola, aos poucos, foi deixando a tabuada de lado e agora está mais focada em construir cidadãos-robôs. Para o sistema educacional brasileiro pouco importa se essa nova geração já está condenada ao analfabetismo, se não aprendeu a raciocinar nem a desenvolver senso crítico. A ordem agora é ser politicamente correto, respeitar as diferenças, evitar a gordura trans e salvar o planeta. E depois, se der tempo, a gente se preocupa em ler e escrever e, quem sabe, até ver o lugar que o País ocupa no mapa.

Fábio Rabello fabiorabello76@hotmail.com

São Carlos

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PRÉ-MATRÍCULA

Durante muito tempo achei um absurdo o critério de progressão automática nas escolas públicas estaduais. Porém fica claro como o Sol que se tratou de uma escolha de Sofia. Diante do baixo desempenho dos alunos, do crescimento da população urbana e do insuficiente de investimento em todas as áreas da educação ao longo do tempo, e constatada desde o governo Mário Covas, como dar oportunidade de ingresso aos novos alunos? Não obstante, a vergonhosa "escolha" é o que ainda está acontecendo com a dificuldade de pré-matrícula nas escolas públicas. Daí a tragédia nacional: ou se progridem os inaptos ou não se abrem novas vagas. É o Brasil descendo a ladeira.

Roberto Castro roberto458@gmail.com

São Paulo

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"Lula x FHC"

No artigo do artigo "Lula x FHC" (28/1, A2), do jornalista João Mellão Neto, existe um vício que se consagrou na nossa ainda pobre cultura política, o de que os embates nos campos das ideias e do pensamento são disputas e embates semelhantes aos dos campos de futebol. Alguém tem de ganhar. Alegorias e analogias à parte.

Hoje as duas figuras devem ser levadas em conta, como dois grandes políticos que exerceram de forma honrada o cargo transitório de presidente da República. Ganhar o jogo, entre um e o outro, não é o mais importante. O mais importante é que se inaugurou na Nação brasileira o conceito de servir ao povo, a única razão do Estado, consagrando ideias e princípios.

Na minha opinião, o Lula foi ousado e fugiu não apenas da escola, mas enfrentou abertamente o modelo imposto pelos EUA. FHC, como sociólogo e acadêmico, era mais contido. Seguia o modelo das universidades americanas, onde até Max Weber deixou de ser um reformador e era considerado sociólogo acomodado, ultrapassado e conservador. Lula se aproximou do povo e FHC foi mais soberano que o povo e se distanciou da Nação.

Sinésio Müzel de Moura sinesiomdemoura@hotmail.com

Campinas

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INEFICIÊNCIA

Em 2009, pleno ano da crise, o Brasil se saiu melhor não só porque os bancos estavam saneados, mas também porque os impostos, por serem abusivos, puderam ser baixados e permitiram a venda de mais automóveis e produtos da linha branca.

Qualquer pessoa com mentalidade acima da quinta série primária, como diz, mas não faz o Sílvio Santos, perceberia a ineficiência tanto de um como de outro (Lula x FHC).

RONALDO JOSÉ NEVES DE CARVALHO rone@roneadm.com.br

São Paulo

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FORA DE MODA

Fico admirado em ver o Estadão publicar artigo de um funcionário do mesmo partido de um aliado. Mais admirado ainda, sobre um tema que já saiu de moda, e que algumas pessoas com outros interesses venham sistematicamente abordando.

No que vai melhorar a nossa vida socioeconômica com a descoberta de quem foi mais importante, Lula ou FHC?

Luiz Lune luizlune@terra.com.br

São Paulo

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O MELHOR

O nosso grande articulista João Mellão Neto pareceu-me um tanto sem coragem de afirmar quem foi melhor, Lula ou FHC. Se Lula conseguiu certa popularidade, ele a deve, acima de tudo, ao Fernando Henrique, que colocou o Brasil no século 21. Se Lula não o tivesse como seu antecessor, certamente não teria sido reeleito, pois seu governo seria um caos. O Brasil deve muito a Fernando Henrique. Pena que os membros da "oposição" não tenham coragem de afirmar essa verdade.

Luiz Carlos Ceglys luiz.ceglys@gmail.com

São Paulo

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A HISTÓRIA JULGARÁ

O artigo de João Mellão Neto no Estadão de 28/1 (A2), além de isento, chegou à conclusão que muitos dos considerados informados já sabiam: FHC preparou a mesa e Lula se fartou.

Quem foi o melhor, Lula ou FHC? No meu entender, FHC foi o que preparou o caminho, Lula nada fez, só queria elogios e se apossar do que encontrou, como se fosse unicamente seu o mérito dos avanços que o Brasil teve após a era FHC. E, sinceramente, não o fez bem, gastou muito com propaganda, viajou seca e meca subindo e descendo de palanques, e conquistou popularidade. Gastou muito e gastou mal, basta ver o que diz o FMI, que chegou à conclusão de que o Brasil sofre "brusca" deterioração nas contas. Isso só pode ter acontecido pela má gestão e a corrupção desenfreada do governo do reizinho, com sua política fiscal mal ajambrada e o excesso de gastos. Assim, discordo, de certa forma, de que os governos Lula e FHC tenham sido complementares. Lula nada fez, abocanhou o que lhe legaram e ainda tentou mostrar aos que acreditam em suas fanfarronices que tudo o que estava acontecendo foi obra sua. Nesse sentido, foram complementares, porém, o que Lula "criou" deu praticamente em nada. Educação, saúde, portos, aeroportos, estradas, nada evoluiu em seu governo, foi pura falácia desse que foi o governo mais corrupto da História. Concordo com Mellão quando diz que a História fará justiça a ambos, sem a menor dúvida, e que "perante a História não basta ser popular para gantir uma vaga".

CARLOS E. BARROS RODRIGUES ceb.rodrigues@hotmail.com

São Paulo

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Dúvida atroz

Que a Caixa Econômica Federal não é a quitanda do sr. José todo mundo sabe! Se é verdade também ser a Caixa um dos maiores bancos do País, como é que seus dirigentes entraram de gaiatos comprando um banco como o Panamericano, totalmente bichado?!

Será que o período que antecedia as eleições para presidente impulsionou ou motivou essa compra para engordar as finanças do PT?!

É a única conclusão plausível para que o dinheiro do contribuinte fosse posto a risco nesse negócio.

E os podres não param por aí! O Estadão (27/1, B1) nos informa que o rombo desse banco do Silvio Santos é bem maior que os R$ 2,5 bilhões apontados na época. Aliás, a população soube desse escândalo somente após as eleições! Por quê?! Lógico, essa era a estratégia dessa excrescente negociata... Não atrapalhar a candidata Dilma! Até o Banco Central ficou calado...

Esses são os dirigentes públicos que estão preocupados com a Nação! Mama mia...

Paulo Panossian paulopanossian@hotmail.com

São Carlos

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Pesos e medidas

Uma pergunta às autoridades. Nós, pessoas comuns, queremos saber: por que o caso do Panamericano está sendo tratado de uma forma muito diferente da dos Bancos Econômico, Nacional, Coroa-Brastel, Santos, Marka e outros de menor porte?

José Geraldo Santana acquaartegiana@yahoo.com.br

São Paulo

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CANA

Creio que todos nós, brasileiros, já estamos até o saco de tanto roubo neste país. O sr. Abravanel montou um cassino na TV e, como jogo é proibido desde 1946 - quando aquele general o proibiu, fechando o Cassino da Urca e o Quitandinha e entregando de bandeja para os norte-americanos fazerem fortunas em Las Vegas -, creio que deveria ser preso imediatamente, se fôssemos um país sério, e não um país de opereta, por esse delito e pelo rombo do Panamericano, que deve ser muito maior que os bilhões de reais já anunciados.

Em país sério isso seria cana para ele e os seus sequazes, assim como também os familiares envolvidos e, sem dúvida, as empresas de auditoria que deram o visto OK para a Caixa Econômica.

Serão? É só procurar na internet por um tal sr. Mario Conde, que na Espanha nos anos 80 e 90 esteve de moda, quando comprou um banco chamado Banesto e fez a mesma coisa que esse animador de programas: um golpe. Só que lá ele foi em cana. Aqui deveríamos fazer o mesmo.

Ferran Cameranesi fernandocameranesi@yahoo.com.br

Itanhaém

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Fraude bancária

O caso Panamericano, na verdade, não causa nenhuma surpresa, pois no Brasil os bancos nadam de braçada, chefiados pelo cartel da Febraban.

Francisco José Sidoti fransidoti@terra.com.br

São Paulo

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CASO DE POLÍCIA

Não é possível que um empresário do porte e, sem dúvida, com a expertise de um homem de negócios como é Silvio Santos tenha em seu banco um rombo que já se anuncia de R$ 4 bilhões. Em que pese tudo isso se tratar da dita iniciativa privada, e, portanto, de risco próprio do empresário, amanhã ou depois, em nome da manutenção e do perfeito funcionamento do sistema bancário brasileiro, não venha o Banco Central do Brasil ter de colocar dinheiro no negócio, para que bancos de pequeno e médio porte não quebrem e outros que tais. O resumo da ópera é que nós, brasileiros contribuintes, não temos nada que ver com essa história, que mais parece um romance com atrativos quase que policialescos, dado o tamanho do buraco.

JOSÉ PIACSEK NETO bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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Bandalheira dos bancos

Como chamar juros de cheque especial de 170% ao ano, diante de uma inflação anual de 5%? Roubo, e muito pior do que à mão armada. Ainda não nasceu um brasileiro que tenha peito de pôr um fim a essa bandalheira praticada pelos bancos.

Bob Sharp bobsharp@uol.com.br

São Paulo

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INVERSÃO DE VALORES

O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira (do falido Banco Santos) já foi condenado pela Justiça por fraudes, lavagem de dinheiro e outros crimes e tem uma dívida de R$ 2,7 bilhões com os credores da massa falida. Apesar disso, permanece em liberdade e praticamente impune. Até a semana passada ainda morava na mansão repleta de obras de arte. Enquanto isso, se algum miserável furtar um sabonete ou algumas barras de chocolate num mercado, será encarcerado e tratado como se fosse um delinquente perigoso. É um bom exemplo da total inversão de valores e de como a Justiça brasileira decide com dois pesos e duas medidas, é classista e condescendente com os ricos e poderosos. No Estado de Direito, a lei deveria ser igual para todos, sem privilégios, algo ainda bem distante da realidade brasileira.

Renato Khair renatokhair@uol.com.br

São Paulo

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PIJAMA

O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, falido e despejado por falta de pagamento dos alugueres devidos à massa falida do Banco Santos, que arrecadou sua famosa e bilionária mansão repleta de obras de arte, que lhe estava locada, não acreditava que seria despejado, e o foi, levando apenas um pijama, dizendo que voltaria logo.

Sr. Edemar, isso já não é demais?!

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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VAGALUME

Edmar Cid Ferreira, ex-proprietário do Banco Santos, tinha "um museu particular" em sua mansão. Cada vez mais concordo com o ex-presidente Lula quando ele dizia que o Brasil é um país de todos...

Virgílio Melhado Passoni mmpassoni@gmail.com

Praia Grande

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Lamentável Justiça brasileira

O ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, que deu um golpe de R$ 2,7 bilhões na praça, foi despejado, porque não pagou por seis meses o aluguel de R$ 20 mil reais, estipulado pela Justiça, para continuar morando na sua ex-mansão. Como a decisão de despejo e confisco dos bens é de primeira instância, ainda cabe recurso. Podemo-nos preparar para a volta do megassonegador ao seu museu particular, em breve. Edemar vai continuar orbitando em volta de sua cela, com infinitos recursos, por muito tempo ainda. Quando não houver mais solução, faz como o doutor estuprador, ou o policial assassino, ou ainda a maioria dos bandidos que podem contratar bons advogados: some.

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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Diferenças

Madoff está apenado com prisão perpétua por crimes financeiros cometidos nos EUA. Não se estranhe se o ex-banqueiro Edmar Cid Ferreira, amicíssimo de Sarney e autor de crimes gravíssimos, semelhantes ao do americano, seja condenado a penas ridículas de prestação de serviços comunitários. Eta, Brasil!

Francisco Zardetto fzardetto@uol.com.br

São Paulo

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Os amigos Sarney e Edemar

Ao mesmo tempo que jornais anunciam que o TCU aceitou denúncia contra a Fundação Sarney por desvio de recursos públicos vindos de patrocínio da Petrobrás, também nos informam que na casa da qual foi despejado o grande amigo de José Sarney, o ex-banqueiro e grande trambiqueiro Edemar Cid Ferreira, está trabalhando uma equipe de arquitetos e técnicos para fazer um levantamento das obras de arte de arte no local: suspeita-se de que houve tentativas de trocar obras autênticas por falsas. Como se vê, cidadãos incomuns como eles sempre acabam dando matéria para jornais... Gostaria mais de vê-los nas páginas policiais.

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

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TCU e Fundação Sarney

O TCU vai investigar a Fundação Sarney. Só que quem vai relatar o processo se chama José Múcio Monteiro. Para os que não se lembram, o bom moço é aquele que durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ocupando a pasta das Relações Institucionais, livrou a cara de Sarney durante as denúcias de roubalheira do dinheiro público ocorrida em conluio com a Petrobrás. Nessa mesma ocasião o digníssimo presidente da República de Macunaíma classificou-o de homem incomum e ainda exigiu que todos os brasileiros comuns o respeitassem. Parece que a moral capenga do PT veio para ficar. Pergunto: até quando esses quadrilheiros que se aboletaram no poder vão nos chamar de idiotas?

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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Volta à cena

Pois é, após quase dois anos o TCU resolveu entrar no caso escandaloso da Fundação José Sarney. Precisamos ver se será mais um jogo de cena do órgão ou se teremos de fato alguma punição. A fundação, que desviou dinheiro público para empresas fictícias, produziu notas fiscais de empresas com endereços falsos, além de parte do dinheiro ter ido para a TV Mirante e rádios da família Sarney. A suposta denúncia tem como guardião o manda-chuva e "imexivel" Sarney com a conivência de José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás, que através da estatal repassou R$ 1,3 milhão à fundação pela Lei Rouanet. Certamente sua permanência à frente do Senado explica toda a blindagem no caso. Uma pena que no Brasil a lei só atinja os pequenos sem dinheiro, razão pela qual a Justiça no vem perdendo sua credibilidade.

Izabel Avallone izabelavallone@yahoo.com.br

São Paulo

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O INCOMUM

Sr. Sarney, agora entendo muito bem por que o Lula disse que o senhor é um homem "incomum"! E também o porquê de tanta raiva do jornal O Estado de S. Paulo. Toda essa ação começou com a reportagem denúncia publicada no dia 9 de julho de 2009 por Estadão e Jornal da Tarde, revelando desvios de verbas R$1,3 milhão da Petrobrás para a Fundação Sarney. Realmente o Lula tinha razão: para fazer isto somente poderia ser um homem incomum. Agora, O Tribunal de Contas da União (TCU) aceitou denúncia contra sua fundação por supostos desvios de recursos públicos de patrocínio da Petrobrás e determinou ao Ministério da Cultura - que intermediou o patrocínio - que entregue em 60 dias análise da prestação de contas do convênio. Por isso, a seu pedido, o Estadão está censurado até hoje pela Justiça, que deveria fazer justiça. Democracia? Que democracia!

Benone Augusto de Paiva benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

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FUNDAÇÃO SARNEY

Sem censura, desvios tornam-se públicos e notórios.

Roberto Twiaschor rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

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Zeca, filho do Zé

O garoto está com um discurso interessante: reforma tributária, transparência, simplificação, o povo em primeiro lugar, empresários satisfeitos... O pai estaria de acordo ou o garoto é rebelde mesmo? Esperteza também vem no DNA, ou não?

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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Agências reguladoras

Como engenheiro experiente na área rodoviária e com mestrado em transportes pela Unicamp, concordo com a carta do leitor sr. Ariovaldo Tenório de Vasconcelos (27/1). Mesmo atrasado, não posso deixar de me manifestar.

Luiz Antonio da Silva lastucchi@yahoo.com.br

Ribeirão Preto

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TURISMO

A tragédia que se abateu sobre Nova Friburgo (RJ) trouxe para nós outra tragédia, a de ter perdido todos os nossos clientes. Somos mais um ramo de negócios que foi abatido pelas chuvas, embora toda a nossa região de Lumiar e arredores permaneça intacta desde o início Dos temporais até hoje.

Estamos todos bem e nossa pousada (http://www.ecodasfolhas.com.br) funcionando, porém sem clientes, apavorados que estão com as notícias da mídia. A mídia, com toda a razão, fez um tremendo serviço de humanidade e utilidade pública, mostrando toda a tragédia, e por isso nos solidarizamos também.

Porém pedimos à mídia que nos ajude e divulgue boas notícias, que a nossa área está OK para que possamos retomar nossos negócios.

Lea Goes ecodasfolhas@gmail.com

Nova Friburgo (RJ)




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