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Laura Greenhalgh

Filho critica PDT e recusa 'evento partidário'

06 de dezembro de 2013 | 2h 17
Laura Greenhalgh - O Estado de S.Paulo

"Eu já nem sei se meu pai, se vivo fosse, estaria no PDT hoje. Se estaria ligado a um grupo que aposta na cisão dos partidos do campo da esquerda." A declaração é de João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart e diretor do instituto que hoje leva o nome paterno. Para João Vicente, o PDT procura tirar proveito dos eventos em torno da exumação de Jango, 37 anos após a sua morte e quase 50 após sua deposição pelo golpe militar. "É um partido que não reflete o espírito conciliatório de Jango, cuja memória e legado, na verdade, pertencem ao povo brasileiro."

João Vicente negou que ele e sua família tenham barrado o comparecimento de líderes pedetistas ao sepultamento dos restos mortais do presidente, hoje em São Borja. "Não barramos (Carlos) Lupi nem ninguém. Apenas avisamos que não iríamos permitir que a volta de Jango a São Borja se transforme em evento partidário. Ou que façam do cemitério um palanque político. Isso, jamais."

Exames. Em Brasília, o Instituto Nacional de Criminalística, da Polícia Federal, já tem coletadas as amostras que serão analisadas em exames toxicológicos feitos fora do País. "Infelizmente, não posso dizer quais laboratórios estrangeiros vão trabalhar nisso. Estamos seguindo todos os protocolos, inclusive os de confidencialidade", admite João Vicente, para quem o resultado final só será conhecido num prazo entre seis meses e um ano. Procura-se investigar se Jango morreu em 1976 por envenenamento, numa série de assassinatos executados no âmbito da Operação Condor.

Ontem, o presidente do Senado, Renan Calheiros, informou à família Goulart que a Sessão Solene do Congresso pela anulação do ato que, em 1964, decretou a Presidência vaga, no próximo dia 11, terá a presença da presidente Dilma Rousseff. "Estamos contentes com a recuperação de Jango não só do ponto de vista histórico, mas político. Como o formulador de uma agenda de reformas que tiraria o País do atraso", disse João Vicente.


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