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Fórum dos Leitores

18 de março de 2012 | 3h 06
O Estado de S.Paulo

GOVERNO DILMA

Nave sem rumo

As recentes trapalhadas em nossa política demonstram que a nave Brasil segue sem rumo e a capitã está sofrendo a rebelião de seus próprios comandados. Há evidências claras de que o modo de governar do PT e de determinado grupo dentro do governo ainda segue regras totalmente retrógradas para nossos tempos. Permitir que a ministra Ideli Salvatti cometesse (aliás, já fez isso algumas vezes) a imprudência de "cutucar a onça com vara curta" é demonstrar falta de comando ou despreparo político da presidente. Por sua vez, não somente nesse aspecto, mas também em relação a certas posições dos que deveriam assessorar Dilma Rousseff, veremos, com certeza, nos próximos dias grandes rachas no poder e a exigência de medidas mais populares, que atendam ao povo, e não apenas aos apaniguados do governo ou a interesses particulares de membros do Legislativo.

CLAUDIO MAZETTO

cmazetto@ig.com.br

Salto

Leão da Metro

Onde todo mundo manda e ninguém obedece, é como se ninguém mandasse. A presidenta Dilma mais parece aquele leão da Metro: no começo é um urro, o resto é somente fita.

JOSÉ LUIZ TEDESCO

wpalha@terra.com.br

Presidente Epitácio

Bola da vez

Pelo que se ouve e se lê, está chegando a hora de Ideli Salvatti.

ADEMAR MONTEIRO DE MORAES

ammoraes57@hotmail.com

São Paulo

'Nourrau'

Na articulação política, a incompetência dos lullodilmopetistas desarticula até os conchavos.

A. FERNANDES

standyball@hotmail.com

São Paulo

Rebelião da base

O senador petista José Pimentel, líder no Congresso, é um bom articulador e negociador político, mas não pode fazer muito pela presidente Dilma e pelo PT. E sabem por quê? Porque sua atuação se dá nas sessões do Congresso, e elas são raras. Pois esse é o retrato mais perfeito dos nossos políticos: aparecer na foto trabalhando, mesmo que seja só para fingir para os eleitores, nem pensar!

RODOLFO CARLOS BONVENTTI

rbonventti@superig.com.br

São Caetano do Sul

Reforma política

A crise mais recente que atinge a presidenta Dilma é o rompimento de um partido que apoiava seu governo e agora passa à oposição. Um dos pontos que levaram ao rompimento tem que ver com a liberação de verbas federais para emendas de seus parlamentares. Essa é um questão que exige clareza e transparência. Emendas não podem servir de pano de fundo para o parlamentar fazer média com sua base eleitoral. E esta, por sua vez, devidamente organizada - o que nem sempre ocorre -, tem de ajudar na pressão para que determinado empreendimento seja levado adiante, beneficiando uma comunidade, e não um segmento. O fato em si mostra mais uma fragilidade do nosso sistema político, em que questões pessoais passam por cima do interesse coletivo. É mais um ponto a ser colocado na reforma política.

URIEL VILLAS BOAS

urielvillasboas@yahoo.com.br

Santos

Vira-casaca

No governo Dilma vigora a política do troca-troca ou é dando que se recebe. Os políticos malandros - pleonasmo - descobriram que é na oposição que se concentra o maior poder de barganha. O PR é o primeiro da fila dos vira-casacas.

ROBERTO TWIASCHOR

rtwiaschor@uol.com.br

São Paulo

Migalhas

Os partidos que compõem a base aliada têm de ter em mente que eles são um mal necessário para o governo do PT. Foi sempre assim. Foi assim com Lulla e será assim com Dilma. Nunca lhes será atribuído um papel principal, sempre o de coadjuvante. E eles sabem disso. Por que reclamar agora? Se quiserem alçar voos mais altos, terão de rever suas posições, recomprar suas almas vendidas, tornar-se oposição. Com certeza vão perder alguma coisa e, se ponderarem bem, verão que receberam até agora apenas migalhas. Só dessa forma, quem sabe, um dia, poderão estar em cargos mais elevados.

JOSÉ CARLOS DEGASPARE

degaspare@uol.com.br

Ações tresloucadas

O que realmente acontece com o governo federal? Toma medidas tresloucadas na economia, contraditórias na política. Na esfera operacional, do tipo PAC, nada anda e Copa do Mundo, menos ainda. Na esfera militar, revolve situação morta. Aonde chegará essa maneira trôpega de governar?

JOSÉ GUILHERME SANTINHO

msantinho@uol.com.br

Campinas

Anistia ou revanchismo

Não me surpreende se a Comissão da Verdade for mais uma tática - por sinal, mal feita - usando a Lei da Anistia para desviar a atenção diante de tantos insucessos que o petismo vem colhendo, a começar pela corrupção. De qualquer forma, a esquerda rancorosa precisa saber que podemos ter vingança ou paz. Mas não podemos ter ambas.

MARIO COBUCCI JUNIOR

maritocobucci@uol.com.br

São Paulo

Coisa velha

Por acaso esse debate sobre a Comissão da Verdade me pegou lendo um livro sobre o caso Dreyfus - capitão do Exército francês injustamente condenado por tribunal militar -, do qual vale a pena transcrever as passagens abaixo, de debate na Assembleia Nacional Francesa, em 1897. "Não há aqui questões políticas, não há amigos nem adversários do governo, o que há são cidadãos preocupados em conservar intacto o que temos de mais precioso, o que resiste em meio às nossas lutas e nossas discórdias, o domínio comum de nossas invencíveis esperanças: a honra do Exército" - deputado Albert de Mun. "Um erro judiciário é coisa de uma eventualidade deplorável, mas sempre possível. Magistrados enganam-se, militares podem enganar-se. Em que isso compromete a honra do Exército? A culpa só passaria a existir no dia em que se obstinassem em não admitir o erro, mesmo diante de provas decisivas" - Émile Zola.

ROGÉRIO LAGOEIRO

lagorog@uol.com.br

Teresópolis (RJ)

O PERIGO MORA AO LADO

A presidente Dilma Rousseff avisou que não irá ceder às pressões políticas dos grupos parlamentares que são especialistas em praticar chantagens para obter vantagens em benefício próprio. Estes elementos foram eleitos pelo povo. Nós os colocamos dentro do Parlamento. Dilma trocou os líderes do governo no Congresso Nacional. Romero Jucá, o imperador da vaselina, que todos pensavam ser um líder de todos os governos no Senado, desde Fernando Henrique, foi posto na rua. Eu tenho certeza de que a presidenta desconfia que o perigo mora ao lado, e raramente aparece. Ele vive nas sombras, entre sussurros e conchavos. Chama-se Michel Temer. Fez da sua vida pública uma trincheira mais fechada do que a sua vida particular. Eu aconselharia a presidenta Dilma a chamar o Ciro Gomes ao Palácio do Planalto e ter com ele uma bela conversa. Ciro Gomes conhece muito bem o vice-presidente da República e sabe exatamente quem são Michel Temer e o PMDB. Chegou a hora de Dilma avaliar claramente o seu poder. Se ela resolver mesmo enfrentar os chantagistas, o povo precisa saber exatamente o que está acontecendo, para poder caminhar ao lado da presidenta e apoiá-la. Estamos chegando ao dia 31 de março, triste data da quartelada de 1964. Naquela época, o presidente João Goulart deixou o barco correr frouxo, acreditando na lealdade e poder de resistência da pelegada sindicalista e dos filósofos da UNE. Todos sumiram e foram reaparecendo ao longo dos anos. A maioria deles passou a ocupar ótimos cargos nos governos da ditadura militar ou foram eleitos pelo povo. Atualmente todos levam uma vida milionária à custa das chantagens políticas, hoje conhecidas por toma-lá-da-cá. Presidenta Dilma, fique de olho bem aberto, porque o maior perigo mora ao lado.

Wilson Gordon Parker wgparker@oi.com.br

Nova Friburgo (RJ)

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RELEITURA DILMOLULLOPETISTA

Tal qual o marido traído, Dilma tirou o Jucá da sala.

A.Fernandes standyball@hotmail.com

São Paulo

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ABOCANHANDO

A falta de vergonha moral e ética no Congresso Nacional no momento em que os deputados e senadores emperraram a votação de projetos importante apostando numa vitória no jogo do toma lá da cá com a presidente Dilma Rousseff, deu para afirmar: O Brasil está sem rumo com essa democracia que passa de pai para filhos e netos, onde os princípios do aprendizado são certamente, o do conchavo e o toma lá da cá, para dar condições da família parlamentar abocanhar cada vez mais e mais $$$$. Acorda, Brasil.

Leônidas Marques leo_vr@terra.com.br

Volta Redonda (RJ)

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O EXECUTIVO DESBANCADO

Aquele gordinho simpático, político de poucas letras, mas de muito jogo de cintura, ele sim sabia fazer política. Escândalos não faltaram nos seus 8 anos de reinado e, apesar de tudo, saiu e ainda levou a coroa ao poder, aquela que, quando ainda era bebê, devia reclamar até da temperatura do leite materno. A atual, apesar de pós-graduada, não aprendeu nada sobre o que é uma base aliada. Rompeu com a política do camarada e traindo os que lá a colocaram, está dissipando a sua própria bancada. A rainha da sucata que se cuide e peça, ainda enquanto existe tempo, alguns conselhos para seu antecessor. Caso contrário é melhor o PT ressuscitar o barbudinho, o que só aquele outro barbudo (São Pedro) seria capaz de impedir, isso se quiser se manter no poder por mais 4 anos.

Wagner Amstalden wamstalden@gmail.com

Campinas

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POLÍTICA

Pelo jeito a D. Dilma gosta de estar presidente, o problema está em ser política.

Flávio Cesar Pigari flavio.pigari@gmail.com

Jales

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É DIFÍCIL SACIAR APETITES POLÍTICOS

O que está ocorrendo no momento atual já era esperado por todos que conhecem o resultado das barganhas políticas para o exercício da chamada governabilidade. A reivindicação de cargos, a postulação de verbas públicas, os pedidos de verbas para ONGs, cujas atuações são questionáveis, e, enfim, pedidos vários, tornam a vida do governante quase impossível, porque as negativas representam retornos desagradáveis e os achaques passam a ser mais constantes. Os apetites aumentam muito. Assim, a base aliada passa a ser um verdadeiro tormento para a governabilidade, direcionando, então, o governante para tomar outras providências, como aquela fundamental de enfrentar as reivindicações e achaques, procurando demonstrar ao povo o que está a ocorrer. O povo entenderá e não deixará impunes os negociadores e barganhadores da coisa pública.

José Carlos de C. Carneiro carneirojc@ig.com.br

Rio Claro

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ATÉ QUANDO DILMA AGUENTARÁ?

Acompanhando o inferno que vive a presidente Dilma, com a maldita herança recebida de seu mentor, deve estar arrependida de ter aceitado tudo de mão beijada, aliás se não aceitasse, ele não a indicaria para ser a sua sucessora. Como Lulla vivia mais viajando do que em Brasília,delegou aos seus comparsas e mui amigos Sarney, Renan ,Jucá & Cia, para negociar em seu nome, e só raramente tinha que resolver algum entrevero, e sempre fechou os olhos para tudo de errado que essas velhas raposas faziam, o importante era manter o governo de coalizão e nunca pisaram no calo de Lulla, pois sabiam do respaldo que ele tinha junto ao povão e não se atreveriam puxar-lhe o tapete, como as raposas velhas estão tentando fazer com Dilma. A presidente Dilma não tem jogo de cintura, nunca participou da vida partidária, é uma neófita, e com grande dificuldade em jogar esse jogo, que poucos sabem. Nem tendo uma pessoa como Ideli Salvatti, que sempre cumpriu as tarefas que lhe eram impostas por Lulla, agora está com enorme dificuldade para contornar essa grave situação da base "colisão", pois de aliada nada tem, e parece que não conseguirá, já que a base alijada, quer cargos e mais cargos, e Dilma mostra-se irredutível com esse tipo de sanguessugas. Vamos ver quantos rounds Dilma aguentará, já que Jucá e Vaccarezza alijados de seus cargos e feridos mortalmente irão dar o troco.

Agnes Eckermann agneseck@yahoo.com.br

Porto Feliz

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QUE POLÍTICA?

Benditas palavras as do jornalista Fernando Gabeira. Não há mais política! Não há ideologias que congreguem defensores de interesses comuns à maioria dos brasileiros. Diz ele: "são poucos os discursos interessantes, quase nenhum projeto emerge desse barco afundado." (Estado, A2, 16/3) Mas discordo que o barco esteja afundado. Assim fora, nenhum rato mais existiria; e o naufrágio não ocorreu de fato, porque os remendos na política são dignos de permitir que se diga aos que remendam que os tais merecem "um chute no traseiro". O que se percebe, é uma minoria, quase insignificante, honesta e com princípios, tentando reverter à duras penas, o consenso inescrupuloso e bandido de toda a grande maioria. Não existem mais partidos políticos senão os corruptos de todos os "partidos" sempre unidos de um lado, contra quem possa suscitar movimento moralizador e revestido de espírito democrático austero, de todos os partidos, de outro. Para finalizar, nem mesmo "o chute no traseiro" os faz mudar a postura subserviente aos interesses de indústrias de bebida, que lançam por terra a desportividade, a educação e a saúde do nosso desamparado povo: bebidas alcoólicas nos estádios! Imaginem como será daqui por diante! Se há bebida na Copa, por que não nos demais jogos? É o fim! Desculpe-nos o senhor Jérôme Valcke por sermos tão cegos a nosso respeito. Não adiantou o alerta do seu compatriota De Gaulle. Continuamos a "fazer beicinho" e zombeteiramente rimos logo depois; julgam-nos ofendidos os estrangeiros, como se não fossemos brasileiros.

José Jorge Ribeiro da Silva jjribeiros@yahoo.com.br

Campinas

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‘GOVERNO? QUE GOVERNO?’

Muito feliz o professor Marco Antonio Villa (12/3, A2) com a exposição das vísceras do governo. Chega a ser hilariante seu artigo pela incompetência que campeia no governo federal. Entretanto, mostra a tragédia a que estamos todos sujeitos: a falência total da administração pública devido aos "qi(s)" de todos eles: desde a máxima autoridade (o maior escalão) até o menor "escalinho"! Esperem que não faltará algum dos comparsas que vá justificar a ação dos larápios em prol de um Brasil melhor, sob o manto da "corrupção patriótica", necessária e portanto indispensável. Ó Pátria Amada, Salve, Salve-se quem puder! Estamos chegando lá.

Régis D. C. Fusaro rxfusaro@hotmail.com

São Paulo

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AULAS

Novamente o professor Marco Antonio Villa protagoniza a única voz a fazer oposição ao estado de coisas implantado pelo PT no governo Dilma Rousseff, em face da ausência de uma oposição politicamente constituída. Talvez, uma ideia seria os partidos que dizem não fazer parte da situação tomarem aulas com o professor, para tentarem sair da letargia a que se adaptaram muito comodamente.

Ademir Valezi valezi@uol.com.br

São Paulo

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HADDAD E AS TAXAS

Ninguém gosta de pagar taxa. Mas o candidato a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, entrar na campanha começando a criticar a taxa de inspeção veicular criada na administração de José Serra e prometendo, se eleito, acabar com esta e com outras taxas é hipocrisia demais! Poucos se lembram de que Fernando Haddad trabalhou durante a gestão de Marta Suplicy (2001-2004) como chefe de gabinete do secretário de Finanças João Sayad e foi partícipe atuante da reforma tributária desta prefeita que ficou conhecida como Martaxa, não só por ter aumentado o valor das taxas cobradas em São Paulo, como por ter criado taxas novas, como a lixo. Aliás, o governo de Lula da Silva também se notabilizou pelo aumento da carga tributária, principalmente com a medida provisória 232 que aumentou a cobrança de impostos sobre vários setores. Então concluo que o PT, amante de taxas e do aumento de impostos, começou muito mal aquilo que já estava péssimo: a campanha eleitoral em São Paulo. Ou é cinismo demais ou a causa está no infernal astral que o PT atravessa , e que acaba desandando tudo em que ele põe a mão. Bem feito.

Mara Montezuma Assaf montezuma.scriba@gmail.com

São Paulo

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MEMÓRIA

Grande colaborador de "Martaxa" na Prefeitura de São Paulo, ajudando a criar entre outras a famigerada taxa de lixo, Haddad chega à campanha torpedeando a taxa de inspeção veicular criada na administração de Serra. Pelo andar da carruagem esse pré-candidato, até então, só abriu a boca contra seus adversários sem se lembrar de que para atacar há de se ter um passado abonador. Talvez fosse importante relembrar e estudar um pouco sobre as administrações de suas companheiras de partido: Erundina e Marta. Aviso, os paulistanos têm excelente memória.

Leila E. Leitão

São Paulo

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INSPEÇÃO VEICULAR

O ex-ministro Fernando Haddad para ser eleito prefeito da cidade de São Paulo, não basta acabar com a taxa da inspeção veicular. Vai ter que acabar com o IPTU, taxa de esgoto, de água, de luz e todas as outras. Acho que mesmo criando um bônus em dinheiro a ser distribuído a cada paulistano todo mês, ainda fica difícil...

Victor Germano Pereira victorgermano@uol.com.br

São Paulo

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PINÓQUIO

Fernando Haddad mediante sua pretensão em ser prefeito de São Paulo, já iniciou como a maioria com as promessas de campanha: 1ª Acabar com a taxa da inspeção veicular, provavelmente a 2ª Reduzir o índice absurdo de reajuste de 30% no IPTU. 3ª Criar novas creches. 4ª Novos postos de saúde. 5ª Acabar com os alagamentos. 6ª Acabar com os buracos. 7ª Limpar a cidade. 8ª Implantação dos semáforos inteligentes. 9ª Iluminar a cidade. 10ª Tornar a "CET" orientadora e supervisora de trânsito e não numa fábrica para produzir multas. Tudo isso será implantado e inaugurado no dia do aniversário do Pinóquio.

Angelo Tonelli angelotonelli@yahoo.com.br

São Paulo

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HADDAD ATACA A VEIA ERRADA

Tenho a impressão que o candidato Haddad do PT, para tapar o sol com a peneira de sua péssima gestão diante do Ministério da Educação, sai atacando na veia errada do candidato Serra. Como em matéria de gestão ele não tem do que falar, tenta comparar Maluf X Pitta e Serra X Kassab. Maluf foi um dos piores ladrões de dinheiro público de SP, mas amado pela gestão e errou feio quando apostou em Pitta. Serra, como também um dos melhores gestores do estado e cidade de São Paulo, precisou fazer parcerias políticas a exemplo do governo Lulla, o que não o faz responsável pelos fiascos da gestão Kassab. Já Haddad foi um fiasco como pessoa e gestor diante de um dos mais importantes ministérios do País. Graças a ele o Brasil terá de buscar mão de obra especializada no exterior, já que a educação pública no Brasil durante o governo petista há nove anos desceu ladeira abaixo. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa viu Haddad? Quem não tem competência não se estabelece, principalmente quando mira o alvo errado!

Beatriz Campos beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

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EVENTO PETISTA

O candidato do PT, Fernando Haddad, apagado nas pesquisas, está carecendo de ajuda do partido. Para isso os petistas planejam um mega evento a fim de fortalecer a candidatura. O surgimento de Lula, Marta Suplicy e outros na campanha tem a tarefa de convencer o eleitor de que Haddad é o homem certo para administrar a cidade de São Paulo, não porque reúne as qualidades essenciais a um bom gestor, mas porque o partido almejava tomar SP na mão grande. Depois do evento, uma pesquisa será encomendada. Como se vê nada de novo, as artimanhas e as investidas políticas têm um destino certo manipular pesquisas. A conferir.

Izabel Avallone izabelavallone@gmail.com

São Paulo

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O PT SE CALOU

O pior que poderia ter acontecido ao PT (partido dos trabalhadores), com vistas à Prefeitura de São Paulo, foi a perda da voz do ex-presidente Lula. Ele perdeu a voz, mas quem se calou foi o PT e pode dar adeus a São Paulo.

José Marques seuqram.esoj@bol.com.br

São Paulo

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PAULISTAS

Paulistas são orgulhosos. Sempre foram. É um povo independente, bravo, forte, guerreiro, brioso. Não por acaso, seu lema é "Nun ducor, duco". É tiro no pé desmerecer a cidade e os governantes que os paulistas escolheram um dia. É derrota certa apostar no "quanto pior, melhor". Besteira maior é declarar guerra contra São Paulo, como se a cidade e o estado fosse território a ser dominado. Os paulistas, é histórico, reagem muito mal. Não se dobram, endurecem mais ainda. São conquistadores, não conquistados. Não se deixam seduzir facilmente. São Paulo não seria o que é se fosse habitada por incautos. Não querem, está provado, governantes risonhos, simpáticos, animadores de auditório, vendedores de ilusões, ufanistas ou simplesmente "bonitinhos". Paulistas são gente séria, trabalhadora e competente. Nunca admitirão governantes que não sejam assim: sérios, trabalhadores e competentes. Em São Paulo, quem não tem competência, não se estabelece. Simples assim.

M. Cristina Rocha Azevedo crisrochazevedo@hotmail.com

Florianópolis

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PRÉVIAS TUCANAS

Como os tucanos brigam entre si em vez de se unirem, será muito difícil São Paulo escapar de ser mais uma capitania pertencente ao Lula e isso acontecendo amanhã será a vez do estado. Para essa eleição à prefeitura da capital, o PSDB tem um candidato que numa surpresa nas prévias pode ficar fora de combate e aí é que a "porca torce o rabo", porque alguém em sã consciência acredita que afora o Serra, os dois disputantes com ele tem algum cacife para derrotar o poste do Lula, o Haddad? Só por milagre. Mesmo que não haja surpresa e o Serra vá para a disputa contra o petista, qualquer pessoa mais atenta perceberá corpo mole em Alckmin e nos derrotados. Com essa "ajuda" tucana o Serra terá que rebolar muito para chegar lá e acima de tudo perder o medo do Lula e sair para a briga com disposição e não com o comportamento tímido mostrado quando disputou a presidência.

Laércio Zannini arsene@uol.com.br

São Paulo

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COPA 2014

Da reunião desta sexta-feira entre o presidente da Fifa Joseph Blatter e a presidenta Dilma dependia a realização ou não da Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil. Porque, se a realização da Copa dependesse do ex-ministro do Esporte Orlando Silva e do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, o fiasco seria inevitável. A urgência é a chave do sucesso, já que 2014 está muito próximo e quase nada do que foi solicitado pela Fifa e prometido pelo Brasil foi cumprido.

Habib Saguiah Neto saguiah@mtznet.com.br

Marataízes (ES)

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LEI GERAL DA COPA

Quer dizer que, se o Poder Executivo se comprometeu com a Fifa, sem amparo constitucional, a fazer algo, a solução é alterar as leis existentes só para atender interesses comerciais da Fifa? O que é o Congresso afinal? O quintal do Executivo? Afinal ou bem não se deve comercializar qualquer tipo de bebida alcoólica nos estádios por principio, ou os interesses comerciais das empresas brasileiras [que aqui estão de forma permanente!] são tão, ou mais, válidos do que os dos "gringos"! Se for para liberar o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios que o seja para todas as competições! Né, não?

Jorge Alves jorgersalves@estadao.com.br

Jau

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SÓ QUEM NÃO CONHECE

A polêmica e posterior discussão sobre a venda de bebidas nos estádios, durante a copa de 2014, pegou diferentes esferas de governo no contrapé. Como a lei foi assinada durante o governo Lula, só quem não o conhece poderia supor que, com sua notória preferência por bebida e desprezo pela lei, ele agiria de outra forma.

Claudio Juchem cjuchem@gmail.com

São Paulo

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INCOERÊNCIA

A polêmica que gira em torno da liberação de bebidas alcoólicas durante a copa é o cúmulo da incoerência e indefinição: Antes da copa pode? Não. E durante, pode? Pode. E depois? Depois não pode mais. Parece a estória da mulher grávida: Está grávida? Mais ou menos...

Luciano Harary lharary@hotmail.com

São Paulo

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CRISE

Há um item tão discutido na chamada Lei Geral da Copa, que está criando um vaivém, uma crise de articulação no governo. É a questão se pode ou não vender bebidas alcoólicas nos estádios. Sobre essa questão, quando da escolha do Brasil para sediar a Copa, ficou decidido que o Brasil, por exigência da Fifa, aceitaria tal venda. Na discussão do projeto dessa lei, aludida venda seria proibida, mas, depois, por forças ocultas, ficou liberada. O novo líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), declarou que tal decisão seria vetada pelo Planalto. No entanto, na manhã de quinta-feira, o governo voltou atrás, aceitando a venda exigida. Nunca se viu tão grande confusão entre governo e Congresso! Será por efeito da bebida, mesmo antes de ser tragada? Será que a Fifa é sócia ou tem, ocultamente, uma fábrica de bebida alcoólica, para fazer uma exigência de tal gênero?

Antonio Brandileone abrandileone@uol.com.br

Assis

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BAFÔMETROS

Foi definida pelo governo a liberação da venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante os jogos da Copa 2014. Haja bafômetros!

Cláudio Moschella arquiteto@claudiomoschella.net

São Paulo

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ASSUNTO ENCERRADO

Acho que a Organização das Nações Unidas (ONU) está metendo o bedelho demais em assuntos internos do Brasil ao pedir para o Supremo Tribunal Federal (STF) permitir investigação ao Sebastião Curió. Gostaria de lembrar que a anistia foi aprovada como ampla e irrestrita e ponto final, já que os dois lados cometeram crimes, se bem que o momento atual está mostrando na pratica quem era pior, não conheço nenhum militar que ficou rico se apoderando de recursos públicos e o outro lado, não posso afirmar o mesmo. Por que a ONU não questionou a guarida oferecida ao criminoso italiano? Portanto, não se meta aqui! Tem coisas muito mais graves acontecendo na Síria, que caberia até uma intervenção militar, e não ficar se preocupando com assuntos já encerrados.

Jose Mendes josemendesca@ig.com.br

Votorantim

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ÔNUS

A ONU continua ingerindo ardilosamente nas questões internas de cada país suscetível de ser influenciado. O Brasil já entrou na conversa, com a questão das terras indígenas e nos vemos enredados numa teia resistente e perigosa, que põe em risco até a nossa soberania. Agora, tenta cutucar questões políticas internas, provavelmente com o objetivo de desestabilizar o regime e facilitar o avanço dos predadores de sempre, cada vez mais famintos. Para os de menor porte e boas reservas naturais, a ONU ganha acento circunflexo e se transforma em ônus sem medida e extremamente corrosivo. Ainda há tempo para despertar.

Carlos Delphim N. da Gama Neto carlosgama@croniquetas.com.br

Santos

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UM PEDIDO, UMA TRAGÉDIA

Ao invés de a ONU ficar pedindo ao STF que o Ministério Público Federal (MPF) acate pedido contra o Major Curió, não seria melhor essa mesma ONU acabar com a tragédia em andamento na Síria? Por aqui a Lei da Anistia já virou esta página.

José Piacsek Neto bubapiacsek@yahoo.com.br

Avanhandava

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CURIÓ

Os zelosos, corajosos e discretos procuradores federais pensam em denunciar a presidente Dilma por crime de roubo, sequestro e terrorismo, ou seu zelo não é dirigido aos poderosos do momento?

Sergio Saraiva Ridel sergiosridel@ig.com.br

São Paulo

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COMISSÃO DA VERDADE

Neste país tudo parece piada, colocar a sra. Dilma no comando da Comissão da Verdade é o mesmo que colocar lobos para cuidar de cordeirinhos. Ela é, sem sombra de dúvidas, a maior guerrilheira que o Brasil já teve. Essa comissão é, por incrível que possa parecer, uma maneira dos "guerrilheiros" do PT dominarem cada vez mais o País.

Laert Pinto Barbosa laert_barbosa@ig.com.br

São Paulo

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A HONRA DO EXERCITO

As motivações do manifesto dos militares (e civis) contra o governo Dilma e a Comissão da Verdade, precisam ser bem dissecadas, para que "não se jogue fora a criança junto com a água do banho". Certamente os signatários não necessariamente aprovam a maneira como foram tratadas as figuras emblemáticas de Rubens Paiva, Wladimir Herzog ou do operário Fiel, justamente nas dependências do Exercito, de onde nossa admiração cívica jamais podia esperar tamanha covardia. Nem o Clube Militar, envolvido no passado em campanhas contra a escravidão e pelo "o petróleo é nosso", estaria agora contra a erradicação da miséria. Mais provável é que queiram dizer apenas que a preservação da Honra do Exército paira acima dos deslizes ocasionais de alguns dos seus membros. De fato, o Exercito é o fiel da civilização brasileira e credor de nossa admiração histórica, sem o qual viraríamos rapidamente uma colcha de retalho de milícias em guerra. Ou se separa muito bem as duas coisas ou que se deixe o julgamento à consciência de cada um.

Rogério Antonio Lagoeiro de Magalhães lagorog@uol.com.br

Teresópolis (RJ)

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CASTA PRIVILEGIADA

Muitos dos nossos líderes, ocupantes de importantes cargos na estrutura governamental são "fanáticos" pela democracia cubana, se rebelaram contra a tomada do poder diante da eminente transição para o comunismo; foram e continuam sendo contrários ao Regime Militar instaurado em 1964. Posteriormente muitos receberam polpudas indenizações e foram agraciados com invejáveis salários isentos de imposto de renda. Hoje fazem parte de uma casta privilegiada que, se naquela época, estivessem sob o regime cubano seriam sumariamente fuzilados. Examine os jornais da época e constatará que o Brasil, generalizadamente, vivenciava um crescente descontrole de tudo daí, atendendo ao clamor popular, foi instaurado o Regime Militar.

Humberto Schuwartz Soares hs-soares@uol.com.br

Vila Velha (ES)

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COVARDIA SEM LIMITES

O massacre de Bashar al Assad, presidente sírio, contra a população remete-nos aos tempos bárbaros, pior ainda, naquele tempo o mundo ainda não estava civilizado. Países como Rússia e China contemplam com frieza e sadismo esse massacre obstacularizando decisões importantes da ONU para que a carnificina de velhos, mulheres e crianças tenha um fim. Uma covardia sem limites!

Alberto Nunes albertonunes77@hotmail.com

Itapevi

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TROPAS NO AFEGANISTÃO

As forças militares americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estão acometidas de uma febre fatal. Provavelmente pela falta de objetivos em sua obscura empreitada. Depois da queima do Corão e do flagrante de quatro marines urinando sobre cadáveres na base de Bogran, em fevereiro passado, um monstro noturno invade, após as duas horas da madrugada, três casas na província de Kandahar, um dos bastiões da insurgência dos talibãs, e abre fogo dobre quem dormia. Dezesseis mortos, entre eles várias crianças, e inúmeros feridos. Onze anos de guerra no Afeganistão já são suficientes à demonstração de que não será possível instaurar no Afeganistão uma democracia do tipo ocidental, ideal com o qual os EUA simplesmente dissimulam os interesses da indústria armamentista, em que pese a posição contrária do Presidente Barack Obama, a quem não basta pedir extremas desculpas. Só lhe resta iniciar o recolhimento, a partir de agora, dessas tr opas ensandecidas cujos atos apenas fortalecem a Al Qaeda perante a população civil do Oriente.

Amadeu R. Garrido de Paulaamadeugarridoadv@uol.com.br

São Paulo

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QUANTO VALE O SER HUMANO

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a adição de substâncias que davam sabor e aroma aos cigarros e que eram endereçados aos jovens e adolescentes para iniciarem a "brilhante" carreira de fumantes. Por que um ano e meio para parar de fabricar essa porcaria? Uma semana ou quinze dias já não seria de bom tamanho? Por que para a exportação esses cigarros aromatizados não são proibidos? Será que o faturamento em dólares é mais importante, e o ser humano lá fora não vale nada?

Edgard Gobbi edgardgobbi@gmail.com

Campinas

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QUEM ‘ANVISA’ AMIGO É!

A Anvisa, de fato, se quisesse o bem do cidadão, ao invés de proibir sabores e aromas nos cigarros, deveria era proibir o tabaco em qualquer aroma e sabor! Mas parece que ela anda ao sabor dos interesses dos produtores de cigarros,inclusive, que pagam impostos enormes – ou propinas?! – ao "governo", que enche suas burras – burros somos nós! –, para manter a corrupção legalizada: só no Brasil, brava gente brasileira!

Sagrado Lamir david@powerline.com.br

Juiz de Fora (MG)

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DIA DO CONSUMIDOR

Quinta-feira foi o dia do consumidor, façamos valer os nossos direitos, só comprar onde for bem tratado e onde oferecem as devidas embalagens para segurança dos produtos adquiridos. Enquanto os grandes supermercados continuarem relutando em oferecer as sacolinhas plásticas, passar a comprar em feiras-livres, mercadinhos, sacolões e similares. Precisamos exercer a nossa cidadania, só comprar em supermercados desde que disponibilizem as sacolinhas recicláveis, que é o mínimo que devem oferecer aos seus clientes para acondicionar os produtos vendidos, sem qualquer custo.

 

Maria Teresa Amaral mteresa0409@estadao.com.br

São Paulo

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PROCON

Estes dias uma empresa do setor de comércio eletrônico foi impedida de vender seus produtos, além de ser multada. Sendo os bancos os líderes de reclamações ao Procon, quando eles serão autuados e impedidos de exercer suas atividades, até que se enquadrem no código do consumidor e respeitem seus clientes?

Denis Schaefer schaeferdenis@hotmail.com

São Paulo

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SACOLAS PLÁSTICAS

Está na hora do Ministério Público de São Paulo se fazer respeitar pelos Supermercados, no tocante ao TAC das sacolas plásticas.

Francisco José Sidoti fransidoti@gmail.com

São Paulo

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PREOCUPAÇÃO ECOLÓGICA?

A Associação Paulista de Supermercados, atendendo exclusivamente a interesses comerciais, deixou de lembrar aos paulistanos que, quanto menos saquinho plástico,mais árvores serão derrubadas para atender à demanda de sacolas recicláveis. Onde fica a tal preocupação ecológica?

Frederico Fontoura Leinz fleinz@terra.com.br

São Paulo

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OBRAS PARADAS

Obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) iniciada em dezembro de 2009, avaliada em 10 milhões de reais, para pavimentação e drenagem e esgotamento sanitário de 63 Ruas na Roda de Fogo nos Torrões. Esse ano tem eleições municipais no país principalmente no Recife. A Rua Piratini que moro por exemplo falta as instalações dos ramais do lotes condominiais que isso fez parte do projeto também. Enquanto isso é um mau cheiro das instalações do esgoto, que não fizeram a ligação para a minha residência e as demais. Gostaria de saber do prefeito João da Costa por que essas ações estão paradas até hoje? Pela primeira vez na minha vida nunca vi três governos na esfera federal, estadual e municipal trabalhar unidos e ainda o povo não vê melhoria nas comunidades.

Manoel Limoeiro manoeljs127773997@hotmail.com

Recife

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UMA PENA

Semana passada, Cristino Souza, um cidadão brasileiro de segunda classe, morador no estado do Maranhão, paraíso de José Sarney, morreu vítima de pneumonia enquanto esperava remoção para atendimento médico no serviço público de saúde. A família não foi informada de que poderia requisitar um jatinho da Força Aérea Brasileira (FAB) e removê-lo para o Hospital Sírio-Libanês. Uma pena.

Humberto de Luna Freire Filho hlffilho@gmail.com

São Paulo

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MEGA SENA

A gloriosa Caixa Econômica Federal (CEF) informa que não há porque investigar o caso das 2 apostas vencedoras da última Mega Sena, pelo fato de terem sido feitas na mesma lotérica. Ora, dona Caixa, há a obrigação moral sim, de prestar contas a sociedade brasileira. Bilhões são arrecadados anualmente nas loterias da Caixa e mesmo com um volume altíssimo de apostas, poucas vezes o prêmio saiu ou sai para a cidade de São Paulo. Sabemos que a análise combinatória, dá uma chance ínfima de acerto, porem alguém "acerta" e leva uma bolada pra casa. Há nobres deputados que ganham dezenas de vezes, mas isto é com a Polícia Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e outros órgãos. Como se pode explicar tantos sorteios vencedores na Bahia?! Sorria, eu não estou na Bahia! Acho que cabem diversas investigações e explicações para os "sorteios" da CEF, caso contrário deixaremos de pagar o Imposto Geral Sobre a Imbecilidade, como chamava as loterias, um ex-professor da faculdade.

Renato Camargo natuscamargo@yahoo.com.br

São Paulo




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