ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Você está em Notícias > Política

Mensalao

No ar, Olívio diz a Genoino que ele não deveria assumir mandato na Câmara

Ex-governador petista afirma a colega condenado que ele deveria 'pensar na biografia' antes de tomar posse no Congresso

08 de janeiro de 2013 | 2h 04
Elder Ogliari, de O Estado de S.Paulo

PORTO ALEGRE - O ex-governador do Rio Grande do Sul, ex-prefeito de Porto Alegre, ex-ministro das Cidades e ex-presidente do PT Olívio Dutra disse nessa segunda-feira, 7, a José Genoino, durante um programa de rádio do qual os dois participavam, que o colega de partido não deveria ter assumido o mandato de deputado federal depois de ter sido condenado a 6 anos e 11 meses de prisão no julgamento do mensalão pelo STF.

Veja também:
link RELEMBRE: Condenado pelo mensalão, Genoino assume na Câmara
link Protagonista do mensalão mineiro constrange PSDB

O ex-governador estava no estúdio da Rádio Guaíba, no programa Esfera Pública, apresentado pelo jornalista Juremir Machado da Silva. Genoino entrou na conversa por telefone. "Eu acho que tu deverias pensar na tua biografia, na trajetória que tens dentro do partido", afirmou Olívio a Genoino. Sugeriu, depois, que o colega deveria renunciar ao mandato. "É uma opinião pessoal, mas tenho convicção de que assumir nessas condições não foi a melhor escolha para a tua própria trajetória e para o sentimento partidário", disse.

Genoino reiterou não ter cometido crime enquanto presidente do partido. "Fui condenado à noite e no dia seguinte eu saí do governo porque era cargo comissionado", afirmou. "É diferente de uma eleição. Os eleitores me delegaram o cargo de suplente. Esses eleitores não têm encontrado nenhuma restrição ao fato de eu assumir", afirmou. Genoino tomou posse na semana passada, na vaga de outro deputado, Carlinhos de Almeida, que assumiu a prefeitura de São José dos Campos.

Más companhias. Em outro trecho da entrevista, sem Genoino, Olívio disse que alertou o PT sobre "más companhias" no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a partir de 2003. "Eu avisei em uma ocasião que íamos sofrer com as más companhias, que não são somente aquelas de fora para dentro, mas também de dentro do partido à medida que vão chegando pessoas, à medida em que tu tens cargos a oferecer", disse o ex-governador, que ressaltou que mantém confiança na credibilidade de Lula. "O partido não é o (José) Dirceu, nem o Lula, nem a Dilma (Rousseff), nem o Tarso (Genro) e nem o Olívio; o partido é uma construção coletiva da democracia brasileira", afirmou o petista.





Tópicos: Mensalao, Genoino,

Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o @EstadaoPolitica no Twitter

Dilma quebra silêncio e diz que País "acordou mais forte" após protestos

  • Dilma quebra silêncio e diz que País "acordou mais forte" após protestos
  • Economia entra de vez na pauta da corrida presidencial
  • "Espero que a queda nas pesquisas não afete humor de Dilma", diz Aécio

Fechar

Para continuar lendo o Estadão, faça já o seu cadastro. É rápido e fácil.

Seus dados serão guardados de forma segura e não serão compartilhados.

Quero me cadastrar Sou assinante Já sou cadastrado
SOU ASSINANTE - ACESSO
Esqueci minha senha
JÁ SOU CADASTRADO

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão.

Esqueci minha senha
QUERO CRIAR MEU LOGIN

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha.

ESQUECI MINHA SENHA

QUERO ME CADASTRAR

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo.

CADASTRO REALIZADO

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail .
Clique no link fornecido e crie sua senha.


Importante!
Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail está ativado.

QUERO ME CADASTRAR

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo.