No Rio, candidata faz panfletagem com escolta
Com as restrições que políticos têm enfrentado para fazer campanha em locais do Rio dominados por traficantes ou milícias, a candidata a vereadora Ingrid Gerolimich (PT) foi ontem a primeira a panfletar numa favela com escolta policial. Acompanhada de PMs e de fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), ela circulou pelos principais acessos da Favela da Rocinha, por cerca de uma hora, mas teve de enfrentar a hostilidade de cabos eleitorais de Luiz Cláudio de Oliveira, o Claudinho da Academia (PSDC), presidente da associação de moradores da favela e também candidato.
Segundo denúncias que chegaram ao TRE, traficantes que dominam a favela teriam decretado que apenas Claudinho poderia fazer campanha na comunidade. Claudinho negou que tenha exclusividade e afirmou que Ingrid poderia contar com sua ajuda para panfletar no local. No entanto, acusou a candidata de estigmatizar a favela. "Acho que ela está querendo aparecer em cima do nome da comunidade. O narcotráfico não é um problema só da Rocinha, mas nunca houve isso de o tráfico proibir candidato aqui. Isso não existe", disse.
Ingrid afirmou que pediu proteção para todos os candidatos em várias localidades, não só na Rocinha. "Só quero ter o direito de fazer campanha na Rocinha e em qualquer outro lugar."
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