ONG critica morte de jornalistas e impunidade no país
09 de setembro de 2010 | 0h 00
- O Estado de S.Paulo
Um relatório divulgado ontem pela ONG Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ) afirma que mais de 30 jornalistas foram mortos ou desapareceram no México desde que o presidente do país, Felipe Calderón, endureceu a luta contra os narcotraficantes, em 2006. De acordo com o texto, o país tornou-se um dos lugares mais perigosos do mundo para o exercício do jornalismo e a impunidade atingiu o nível de lugares devastados pelos conflitos, como Somália e Afeganistão. / REUTERS
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