ir para o conteúdo
 • 

Patrocinado por

Você está em Notícias > Política

Tribunal vai analisar informações, afirma Nalini

13 de janeiro de 2014 | 2h 05
Fausto Macedo - O Estado de S.Paulo

O desembargador José Renato Nalini, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, disse que, se houver citação na Operação Publicano a magistrados de 1.º grau - juízes e substitutos atuando em segunda instância -, a apuração ficará a cargo da Corregedoria. "Se forem desembargadores, o início da apuração é minha", observou Nalini. Segundo ele, é necessário primeiro analisar as informações da Justiça Federal.

A legislação e uma resolução do próprio TJ estabelecem a todos os juízes obrigatoriedade de entregar todo ano cópia de suas declarações ao tribunal. Há juízes que não encaminharam as declarações do exercício 2013 (ano-base 2012). Apenas alguns justificaram o atraso.

Conforme Nalini, a verificação das declarações pela Presidência e pela Corregedoria só será possível "mediante decisão fundamentada em expediente de apuração preliminar ou procedimento disciplinar próprio".

O TJ informa que o servidor citado pela PF é "funcionário exemplar". "Apenas faz a interface com a Receita, os auditores sempre foram rigorosos."

"Não existe quadrilha. Vitor (Szwarctush) prestava assessoria tributária paralela às suas atividades de auditor. Atendia muitos pedidos de amigos e conhecidos para ajudar na elaboração das declarações anuais de IR. Muitos pagavam por esse serviço e muitos outros sequer pagavam. Não era valor de corrupção, ele não recebia dinheiro de contribuinte para fraudar o IR", disse o advogado Maurício Faragone, que representa o auditor.

Sobre as declarações referentes ao Tribunal de Justiça, o advogado disse que Szwarctush "atendeu pedido de conhecidos para revisar declarações de serventuários da Justiça" e "nunca recebeu nada por isso".

"Quem não quer ter uma pessoa para ajudar a fazer sua declaração de IR? Vitor pode ter sido usado por outras pessoas que usaram seu nome para tentar obter alguma vantagem." Para o advogado, "não houve prejuízo, a grande maioria das declarações de ajuste tinha valores a pagar que foram devidamente pagos pelos contribuintes". "A notícia sobre lesão de R$ 100 milhões ao Fisco chega a ser ridícula. Houve exagero absurdo da PF, devassa e exposição desnecessárias na vida do auditor e dos familiares."

Ele afirma que Szwarctush "é auditor há uns 20 anos, pessoa simples que sempre atendeu pedidos e favores de amigos sem lesar o Fisco".


Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui

Siga o Estadão

Deputado tem mandato suspenso

  • Deputado tem mandato suspenso
  • "Relatório foi omisso", admite Gabrielli
  • Pré-candidato do PV vai ao trabalho de bicicleta



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo