China abortou plano para matar filho de ditador norte-coreano
Plano para eliminar o primogênito Kim Jong-il foi descartado após rumores de que caçula seria o sucessor
O governo chinês abortou um plano para matar Kim Jong-nam, o primogênito do líder norte-coreano Kim Jong-il, depois de ele ter sido descartado para suceder seu pai à frente do regime comunista, informou nesta terça-feira, 16, a imprensa sul-coreana.
Segundo fontes governamentais chinesas citadas pela emissora de TV pública sul-coreana "KBS", o plano de eliminar o filho mais velho do líder comunista foi elaborado pelos partidários de Kim Jong-un, o mais jovem dos três filhos de Kim Jong-il, que segundo os serviços secretos foi escolhido para suceder seu pai na Coreia do Norte.
O plano consistiria em matar pessoas próximas ao filho mais velho de Kim na Coreia do Norte, antes de assassiná-lo em Macau, onde vive habitualmente, tudo isso sem que o líder comunista se inteirasse dos planos.
De acordo com as mesmas fontes, as autoridades chinesas descobriram este complô no começo da semana passada, e Kim Jong-nam está agora sob a proteção. Segundo as autoridades chinesas, o complô foi abortado em razão da estreita amizade entre Kim Jong-nam e a cúpula do governo chinês.
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