China bloqueia YouTube e Guardian após distúrbios no Tibete
Site do jornal britânico foi um dos primeiros que publicou fotos dos protestos em Lhasa
O portal de troca de vídeos na Internet YouTube e o site do jornal britânico The Guardian estão bloqueados na China, após publicarem material sobre os protestos da semana passada em Lhasa, capital da região autônoma do Tibete.
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Segundo o governo chinês, treze "civis inocentes" foram queimados ou apunhalados até a morte nos distúrbios de sexta-feira em Lhasa. Além disso, os distúrbios deixaram 61 policiais feridos, dos quais seis estão em estado grave.
O YouTube foi bloqueado há dois dias, após vídeos sobre os protestos serem colocados no site. O site do The Guardian foi um dos primeiros que publicou fotos dos protestos.
É a segunda vez em meio ano que a China censura o YouTube, uma das páginas da web mais populares do mundo.
A primeira ocasião foi em outubro de 2007 quando aconteceu o 17º Congresso do Partido Comunista da China, um evento realizado de cinco em cinco anos que costuma ser acompanhado de um aumento do controle informativo.
A China, que - segundo algumas fontes - já está em segundo lugar no mundo no número de internautas (mais de 220 milhões), é também um dos que mais censura a rede.
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