Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias > Internacional
Início do conteúdo

China lista objetivos para combater efeitos climáticos

10 de dezembro de 2013 | 5h 25
AE - Agência Estado

A China apresentou suas instruções para adaptar o país às mudanças climáticas. "Responder à mudança climática não é apenas sobre reduzir as emissões de gás estufa, mas também tomar iniciativas para a adaptação", afirmou a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC, na sigla em inglês).

Em comunicado postado na internet, a NDRC estimou que os impactos das mudanças climáticas custaram à China mais de 200 bilhões de yuans (US$ 32,9 bilhões) desde 1990. No mesmo período, mais de 2 mil pessoas morreram por conta de desastres relacionados ao clima como inundações, secas, tufões e tempestades, completou o comunicado.

O assessor sênior para energia, meio ambiente e clima da NDRC, Fuqiang Yang, disse que o documento apresentado irá ajudar os tomadores de decisões, as empresas e o público a entenderem melhor que a adaptação é tão importante quanto a mitigação de gases nocivos. "A China não é apenas o maior emissor de dióxido de carbono, mas também um país vulnerável que sofre muito com a mudança climática", disse.

A comissão listou vários objetivos para atingir até 2020, incluindo uma melhoria nos sistemas de detecção de desastres naturais, a promoção de melhores práticas rurais, a proteção da natureza e da vida selvagem e uma melhoria na infraestrutura.

O documento também apresenta medidas detalhadas para proteger algumas das regiões mais vulneráveis da China, como o leste do Planalto do Tibete.

Outras instruções da CNDRC incluem a promoção de instrumentos financeiros indexados ao clima, como bônus indexados a catástrofes e seguros baseados no clima. Esses instrumentos geralmente são usados em pequena escala por fazendeiros em países em desenvolvimento para se protegerem de perdas causadas por chuvas inadequadas.

Fuqiang alertou que, embora o documento seja amplo, o governo central terá que priorizar algumas áreas que são mais vulneráveis. "O governo precisa decidir quais são as medidas com o melhor custo-benefício e quais medidas produzirão o impacto mais significativo. A China não tem tanto dinheiro ou recursos para atender a tudo que está nesta lista", afirmou.

Li Shuo, um dos responsáveis pela política climática do Greenpeace no Leste da Ásia, disse que até o momento as instruções para se adaptar às mudanças climáticas haviam sido emitidas apenas para as províncias. "É bom ver que, a um nível nacional, o país está destacando esse assunto", disse. Fonte: Dow Jones Newswires.



Tópicos: China, Clima, Reformas

Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo