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Chuva mata pelo menos 7 entre França e Grã-Bretanha

Tempestade Dirk atingiu regiões costeiras dos países com ventos que passaram de 150 km/h; transportes foram afetados na véspera de Natal

24 de dezembro de 2013 | 15h 39
Andrei Netto, correspondente em Paris

PARIS - Grã-Bretanha e França foram atingidas na madrugada desta terça-feira, 24, por uma tempestade que deixou pelo menos sete mortos e cerca de 400 mil residências sem energia elétrica, a maior parte no norte francês.

Passageiros aguardam no aeroporto de Gatwick, na Grã-Bretanha - Sang Tang/AP
Sang Tang/AP
Passageiros aguardam no aeroporto de Gatwick, na Grã-Bretanha

Mais de 30 voos que partiriam do Aeroporto Internacional de Heathrow, o maior do mundo em circulação de passageiros, foram cancelados ou atrasados, assim como aconteceu com trens e barcas, provocando transtornos em toda a Europa na véspera do Natal.

A tempestade Dirk atingiu a Grã-Bretanha e o noroeste da França no final da noite com ventos de mais de 150km/h. Na Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte, 157 pontos de inundações foram registrados. Cinco mortes foram confirmadas pelas autoridades britânicas até o início da noite de ontem, nas cidades de Devon, Shrewsbury, Ambleside, Gwynedd e Bodmin. Além disso, mais de 150 mil casas ficaram sem energia, segundo dados da Energy Networks Association, que representa as companhias da área afetada.

Na França, foram identificadas duas prováveis vítimas da tempestade. O primeiro foi um marinheiro de nacionalidade russa que foi arrastado de seu barco por uma onda a 220 quilômetros da costa de Brest.

Em terra, um menino de 12 anos morreu em razão dos ferimentos causados pela queda de um muro que teria desabado durante a tempestade, na cidade de Caen.

Na França até a noite de ontem mais de 185 mil casas continuavam sem luz - o número havia chegado a 240 mil no final da manhã.

Nos dois países, a tempestade provocou distúrbios no transporte. Na Inglaterra, a maior parte dos aeroportos funcionou normalmente, mas pelo menos 30 voos tiveram de ser cancelados ou reprogramados.

As barcas que fazem a travessia do Canal da Mancha interromperam o tráfego por questões de segurança. Companhias de navegação e de transporte de cargas também suspenderam as partidas nos portos franceses de Saint-Mallo, Ouistreham, Le Havre e Dieppe.






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