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Dois jornalistas são presos e canal de TV é tirado do ar em ato na Venezuela

Equipes de agência de notícias internacionais foram roubadas durante cobertura em Caracas

13 de fevereiro de 2014 | 11h 01

CARACAS - Ao menos dois jornalistas foram presos e um canal colombiano de notícias foi tirado por ar na televisão a cabo ontem durante os protestos contra o governo na Venezuela. Os  detidos são o fotógrafo Rafael Hernández, da revista Exceso e o blogueiro Ángel Matute. O canal de notícias colombiano NTN24, que vinha fazendo uma ampla cobertura dos protestos, teve o sinal cortado em duas provedoras de TV a cabo.
 
Em outro incidente com veículos de comunicação, uma equipe de jornalistas da agência France Presse teve a câmera de vídeo roubada. Segundo a agência, nela havia imagens da repressão policial aos manifestantes. Uma câmera de um fotógrafo da Associated Press também foi roubada por manifestantes chavistas.

Venezuelanos saíram às ruas contra o governo - Sebastián Silva / eFE
Sebastián Silva / eFE
Venezuelanos saíram às ruas contra o governo

"Vocês tinham de saber ao que estavam se expondo quando vieram aqui", disse um policial que não se identificou.

As provedoras Directv e Movistar TV cortaram o sinal do canal, que transmitia ao vivo os protestos pouco depois de o presidente do Conselho Nacional de Telecomunicações (Conatel) William Castillo ter criticado em sua conta no Twitter a imprensa internacional.

"Fazemos um pedido aos meios internacionais que respeitem o povo venezuelano. Promover a violência e o desconhecimento das autoridades é crime", escreveu.

Nunca pensei que anos depois, trabalhando fora do meu país, também teria de narrar uma queda de sinal", disse a jornalista venezuelana Idania Chirinos, que trabalhou na RCTV, cuja concessão não foi renovada pelo então presidente Hugo Chávez em 2007, e hoje é âncora do canal colombiano. "Não fizemos outra coisa que não informar. Não podem negar a realidade apenas cortando o sinal de um canal."

Prisões. Segundo Marco Ruiz, do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Imprensa (SNTP, na sigla em espanhol), o fotógrafo da revista Exceso foi preso e levado para um quartel da polícia enquanto cobria a manifestação de quarta-feira.  Matute também foi detido e levado para auma sede regional da Guarda Bolivariana.

"Medidas como essa buscam aprofundar a autocensura, afeando a liberdade de expressão dos venezuelanos", disse o líder sindical.

No final da noite, manifestantes antichavistas atacaram a sede da TV estatal VTV. "Os bombeiros tiveram de apagar as chamas no local", informou a Agência Venezuelana de Notícias. / AP




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