Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias > Internacional
Início do conteúdo

França fechará embaixadas em 20 países após divulgação de charges

Chancelaria francesa anunciou que fechamento ocorrerá na sexta-feira, dia de orações muçulmanas

19 de setembro de 2012 | 7h 16
estadão.com.br

Texto atualizado às 20h30

Policiais diante da sede da revista francesa 'Charlie Hebdo', em Paris - Jacky Naegelen/Reuters
Jacky Naegelen/Reuters
Policiais diante da sede da revista francesa 'Charlie Hebdo', em Paris

PARIS - A França determinou nesta quarta-feira, 19, o fechamento de suas embaixadas e escolas em 20 países muçulmanos na próxima sexta-feira, depois de o semanário francês Charlie Hebdo ter publicado charges do profeta Maomé. O governo francês teme que a onda de protestos atinja uma nova fase, desta vez anti-França. Na semana passada, a divulgação na internet de um filme considerado ofensivo ao profeta causou protestos contra os EUA.

Veja também:
linkJornal francês publicará charges de Maomé, diz editor
documento
 ACERVO: Ofensas ao Islã causam protestos

"Nós na realidade decidimos, como medida de precaução, fechar nossas instalações, embaixadas, consulados, centros culturais e escolas", disse o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius. Sexta-feira é o dia sagrado para o Islã.

O país já aumentou a segurança em algumas de suas embaixadas nesta quarta-feira. O primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault afirmou também que será bloqueada uma manifestação de pessoas indignadas com o filme ofensivo ao Islã "A inocência dos muçulmanos". No início da tarde, as representações da França na Indonésia e na Tunísia fecharam suas portas.

O governo defendeu o direito da Charlie Hebdo de publicar as charges e tropas de choque posicionaram-se no lado de fora da sede da redação, que foi atacada no ano passado após ter lançado uma edição que satiriza o Islã radical.

'Grande vigilância'

O Ministério de Relações Exteriores da França emitiu um alerta para que franceses em países muçulmanos exerçam "grande vigilância", evitando encontros públicos e locais religiosos ou que representem o Ocidente.

Autoridades do governo e líderes muçulmanos pediram calma na França, país que tem a maior população islâmica da Europa Ocidental. A CFCM, organização que congrega diversos grupos muçulmanos franceses, disse em comunicado que os fiéis "não devem ceder à provocação (...) e expressar sua indignação em paz, através de meios legais".

Com Reuters e AP






Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo