Israel decide libertar palestino em greve de fome
O prisioneiro palestino Khader Adnan, de 33 anos, membro do grupo islâmico Jihad, concordou em pôr fim à greve de fome que dura 66 dias após Israel ter aceitado libertá-lo em abril, informou nesta terça-feira o ministro da Justiça israelense. O acordo encerrou tensão que domina os dois países e que salienta o fato de policiais israelenses manterem na prisão militantes palestinos suspeitos sem acusação. Israel prendeu Adnan por suspeita de atos de "ameaça à segurança regional".
Adnan era porta-voz do grupo islâmico Jihad, responsável pela morte de dezenas de israelenses em ataques suicidas, mas não existe confirmação de que ele tenha participado de algum desses ataques violentos. O protesto de Adam foi o mais longo entre prisioneiros palestinos e causou mal-estar a Israel. A União Europeia e as Nações Unidas expressaram preocupações em relação ao caso e pediram Israel para dar um julgamento ao prisioneiro palestino.
Adnan, padeiro de profissão, ficou famoso no território palestino onde seus apoiadores fizeram uma série de manifestações em apoio a ele. As informações são da Associated Press.
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