Ir para o conteúdo
ir para o conteúdo
 • 
Você está em Notícias > Internacional
Início do conteúdo

Painel recomenda novos critérios para agência de espionagem dos EUA

18 de dezembro de 2013 | 20h 38
Reuters

Um painel externo indicado pela Casa Branca para reavaliar as operações de escuta telefônica da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) recomendou nesta quarta-feira que seja estabelecido um novo critério antes de os Estados Unidos se envolverem em espionagem de líderes estrangeiros.

Antes de espionarem esses líderes, as autoridades dos EUA deveriam determinar se há outras maneiras de obter a informação necessária e avaliar os efeitos negativos no caso de a vigilância se tornar pública, escreveram os membros do painel, em uma das 46 recomendações feitas.

O painel, cujos integrantes se encontraram com o presidente dos EUA, Barack Obama, nesta quarta-feira na Casa Branca, também pediu limites para um programa do governo norte-americano que coleta "metadata" - ou dados básicos de ligações telefônicas - de bilhões de chamadas de telefone.

O grupo afirmou que o governo dos EUA deveria explorar acordos sobre práticas de espionagem com "um pequeno número de governos aliados", de relacionamento estreito.

Segundo o painel, os registros devem ser mantidos por fornecedores de telecomunicações ou uma terceira parte privada. Em mais uma limitação, o governo dos EUA precisaria de uma ordem do Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira para pesquisar os dados.

"Nós não vemos necessidade de o governo reter esses dados", disse Richard Clarke, membro do painel e um ex-assessor de contraterrorismo da Casa Branca.

Denúncias sobre o programa de vigilância dos EUA foram feitas pelo ex-prestador de serviços da NSA Edward Snowden, que está asilado temporariamente na Rússia, e provocaram uma forte reação de líderes estrangeiros.

Vazamentos feitos por Snowden mostraram os alvos e métodos de espionagem da NSA a partir do rastreamento de e-mails e grampeamento das comunicações, inclusive de líderes mundiais, como a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel.

A presidente cancelou uma visita de Estado que faria a Washington em outubro após denúncia de que teve suas comunicações pessoais monitoradas pela agência norte-americana, e atacou a espionagem dos EUA em discurso na ONU.

Empresas brasileiras, incluindo a Petrobras, e cidadãos brasileiros também teriam sido monitorados pela NSA, de acordo com os vazamentos realizados por Snowden.

(Reportagem de Warren Strobel e Mark Hosenball)



Tópicos: EUA, PAINEL, ESPIONAGEM*

Estadão PME - Links patrocinados

Anuncie aqui



Você já leu 5 textos neste mês

Continue Lendo

Cadastre-se agora ou faça seu login

É rápido e grátis

Faça o login se você já é cadastro ou assinante

Ou faça o login com o gmail

Login com Google

Sou assinante - Acesso

Para assinar, utilize o seu login e senha de assinante

Já sou cadastrado

Para acessar, utilize o seu login e senha

Utilize os mesmos login e senha já cadastrados anteriormente no Estadão

Quero criar meu login

Acesso fácil e rápido

Se você é assinante do Jornal impresso, preencha os dados abaixo e cadastre-se para criar seu login e senha

Esqueci minha senha

Acesso fácil e rápido

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Cadastre-se já e tenha acesso total ao conteúdo do site do Estadão. Seus dados serão guardados com total segurança e sigilo

Cadastro realizado

Obrigado, você optou por aproveitar todo o nosso conteúdo

Em instantes, você receberá uma mensagem no e-mail. Clique no link fornecido e crie sua senha

Importante!

Caso você não receba o e-mail, verifique se o filtro anti-spam do seu e-mail esta ativado

Quero me cadastrar

Acesso fácil e rápido

Estamos atualizando nosso cadastro, por favor confirme os dados abaixo