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Primavera Árabe

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Pelo menos 28 morrem na Síria pela repressão das forças do regime

Mais de 5 mil pessoas morreram desde o começo da revolta, segundo a ONU

03 de fevereiro de 2012 | 15h 16
Efe

Desertores do exército sírio no subúrbio de Damasco - Ahmed Jadallah/Reuters
Ahmed Jadallah/Reuters
Desertores do exército sírio no subúrbio de Damasco

CAIRO - Pelo menos 28 pessoas, entre elas três crianças e três soldados desertores, morreram nesta sexta-feira, 3, pela repressão das forças do regime sírio de Bashar al-Assad, segundo informaram os opositores Comitês de Coordenação Local (CCL).


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A fonte afirmou em comunicado que nove das vítimas morreram na localidade de Darya, situada em Rif Damasco, cenário dos últimos dias de enfrentamentos violentos entre soldados desertores e as forças leais ao regime.

Os CCL explicaram que os três soldados insurgentes morreram em enfrentamentos com as forças governamentais nessa localidade, onde além disso morreram seis civis.

A fonte acrescentou que sete das mortes aconteceram na província de Idleb, cinco em Alepo e três em Hama, onde desertou um grupo de agentes das forças de segurança.

O grupo opositor acrescentou que os outros mortos foram registrados nas províncias de Homs, Deraa e Rif Damasco.

Na quarta-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, pediu novamente ao Conselho de Segurança do organismo que atue em breve e envie uma mensagem "coerente e unitária" sobre a situação na Síria, para evitar que o banho de sangue continue no país árabe.

Está previsto que os ministros de Relações Exteriores árabes realizem uma reunião decisiva no final da semana que vem para estudar o futuro dos observadores na Síria após a missão ter sido suspensa na sexta-feira.

Mais de 5 mil pessoas morreram na Síria desde o começo da revolta, segundo os últimos números da ONU, mas os opositores afirmam que o número de mortos já supera os 7 mil.