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Polícia turca acha US$ 4,5 mi com CEO de banco estatal

18 de dezembro de 2013 | 10h 37
Agência Estado

A polícia de Istambul, que investiga um importante caso de corrupção e suborno envolvendo aliados do primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan, apreendeu caixas de sapato com valores que totalizam US$ 4,5 milhões na casa de executivo-chefe de um banco estatal, informou a agência de notícias Dogan nesta quarta-feira.

Segundo a agência, as caixas foram descobertas numa estante de livros na casa do CEO do Halk Bank, Suleyman Aslan, que está entre as dezenas de pessoas - dentre elas filhos de ministros do governo - detidas para interrogatório durante a investigação.

A agência Dogan cita como fontes funcionários do Judiciário não identificados. Um policial disse que não podia confirmar as informações e funcionários do Ministério do Interior se recusaram a falar sobre o assunto.

Num sinal de que Erdogan está revidando, cinco graduados oficiais de polícia foram removidos de suas funções nesta quarta-feira, informam meios de comunicação turcos. Dentre eles há comissários encarregados de combater o crime organizado, contrabando e atividades financeiras criminosas, além da supervisão de prisões em casos de corrupção, afirma a Dogan.

Erdogan diz que a investigação tem motivação polícia e tem como objetivo prejudicar seu governo. A investigação acontece antes da realização das eleições locais, marcadas para março, que são vistas como um voto de confiança nos 11 meses de governo de Erdogan, que deve se candidatar ao pleito presidencial, em agosto.

A agência de notícias estatal Anatólia disse que mais de 50 pessoas estão sob custódia da polícia como parte das investigações. Outras fontes indicam que até 84 pessoas foram presas.

A polícia confirmou à Associated Press que filhos dos ministros da Economia, Zafer Caglayan; do Interior, Minister Muammer Guler; e do Meio Ambiente e Planejamento Urbano, Erdogan Bayraktar, estão detidos. Fonte: Associated Press.




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