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Três coronéis detidos após rebelião no Equador são libertados

Militares, no entanto, ainda estão sendo investigados sobre envolvimento em levante

02 de outubro de 2010 | 20h 38
Efe

QUITO- Um juiz equatoriano liberou neste sábado, 2, os três coronéis que foram detidos preventivamente para serem investigados sobre seu envolvimento na rebelião da última quinta.

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Correa é o oitavo presidente desde 1997

Policiais e militares se rebelaram no país em rechaço a uma lei que elimina benefícios salariais da categoria.

Marco Freire, procurador da província de Pichincha, cuja capital é Quito, afirmou por telefone à Efe que o juiz "os substituiu a medida: em vez de prisão preventiva, os ordenou se ausentarem do país, apresentarem-se a cada 15 dias e não alienarem bens".

Apesar da liberação, os três continuarão sendo investigados "por todos os incidentes de insubordinação que ocorreram na quinta".

O presidente Rafael Correa denunciou que a revolta dos oficiais foi manipulada por interessados em desestabilizar a democracia e assassiná-lo.

Os três coronéis foram os primeiros detidos pela rebelião durante a qual policiais rebeldes mantiveram Correa detido durante quase todo o dia em um hospital onde se refugiou depois de tentar dialogar com os insubordinados.

O governante foi libertado por um contingente de militares e policiais leais ao governo. Oito pessoas morreram durante os distúrbios e 274 ficaram feridas durante os distúrbios, de acordo com o Ministério da Saúde.

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