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Alckmin pede a secretários que divulguem gestão

16 de janeiro de 2013 | 9h 09
BRUNO BOGHOSSIAN - Agência Estado

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cobrou de seus secretários uma divulgação mais intensa dos projetos de sua gestão, com o objetivo de melhorar a imagem da administração estadual e fortalecer a campanha por sua reeleição, em 2014.

Alckmin reuniu chefes de 12 pastas por quase duas horas na noite desta segunda-feira (14), no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Ele determinou que os chefes das pastas do governo organizem eventos em todo o Estado para inaugurar obras, anunciar a prestação de novos serviços e entregar benefícios sociais.

O núcleo do governo tem demonstrado preocupação com a falta de "marcas" fortes na administração do tucano. Alckmin demonstrou otimismo com a execução dos principais projetos da administração, mas reclamou que o time político de seu governo ainda patina na comunicação com aliados e com o eleitorado.

O governador pediu especificamente aos secretários que viajem aos municípios paulistas para divulgar tanto o lançamento de obras que ainda estiverem no papel quanto a entrega dos projetos concluídos. Alckmin quer que os eventos sejam organizados mesmo que ele não possa estar presente, sob o comando dos chefes das pastas do governo.

"Tão importante quanto o fim da construção é o momento em que a máquina começa a quebrar o chão. Esse movimento já dá ao morador uma sensação imediata de ganho", resume um integrante do secretariado.

O governador cobrou que os secretários elejam como "medalhas" e acompanhem de perto quatro ou cinco programas de suas respectivas áreas de atuação. Alckmin quer que cada pasta acelere a execução dos projetos e entregue resultados significativos ao fim do mandato.

Nos próximos meses, o governador também pretende fazer mudanças nos comandos de suas secretarias para acelerar a execução de projetos e abrigar os partidos que devem apoiar sua reeleição. Aliados preveem que o DEM e o PTB serão beneficiados nesse rearranjo, e que o grupo do PSDB ligado ao ex-governador José Serra também terá espaço no governo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo




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