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Alckmin responderá por governo medíocre, diz Emídio

09 de dezembro de 2013 | 21h 17
BEATRIZ BULLA E RICARDO CHAPOLA - Agência Estado

O presidente eleito do PT-SP, Emídio Souza, avaliou na noite desta segunda-feira, 9, que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, terá que responder durante a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes no próximo ano pela "mediocridade" do governo no Estado. "Ele vai responder pelo ônus de estar há duas décadas no governo com o índice de criminalidade que São Paulo assiste, a crescente volta da violência, vai ter que responder pela repressão violenta que fez nas manifestações de junho, pelo caos da saúde, pelo caos no metrô, pela mediocridade do governo que nós estamos assistindo", disse Emídio, ao chegar para a cerimônia de sua posse.

Apesar de afirmar que "campanha não é para acusar ninguém", Emídio ressaltou que a ela é feita "para avaliar governos", admitindo que o partido fará críticas à gestão dos tucanos. "Isso é fato, não é acusação".

Ele irá coordenar a campanha do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao governo do Estado em 2014 e o trabalho pelos votos na presidente Dilma Rousseff no Estado no próximo ano. "Quem disse que o Alckmin está garantido no segundo turno? O eleitorado do Kassab e do Skaf vai tirar voto do PT ou do Alckmin?", disse Emídio, afirmando que "nada está dado" e por isso o PT mantém as conversas com os demais partidos.

Segundo Emídio, o trânsito do ministro da Saúde pelos diversos partidos é natural. "Como ministro ele já fez e já faz esse papel de muito diálogo entre os prefeitos", afirmou. "Dentro do arco de alianças que a Dilma tem em Brasília vamos juntar o máximo de alianças que nós conseguirmos", disse Emídio.

"Não acho que está dado (a reeleição do governador Geraldo Alckmin) que ele ganhou eleição, nem para o segundo turno. O Alckmin é um candidato como outro qualquer", disse Emídio. Para o petista, se o governador sai na frente na corrida eleitoral é "porque está na máquina". Emídio disse ainda esperar que a Justiça seja tão ágil e o Ministério público seja tão ágil no caso do cartel de São Paulo quanto têm sido com os governos do PT, com parlamentares do PT. "Ela precisa ser ágil, o que até agora não foi", afirmou Emídio, que disse esperar que a investigação "não passe em branco".

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