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Mensalao

Alves 'pagou mico', diz vice-presidente da Câmara sobre cassação de João Paulo

Decisão do presidente da Casa de cancelar reunião que iria discutir mandato de petista virou alvo de provocações de caciques do PT

21 de janeiro de 2014 | 19h 52
Erich Decat - Agência Estado

Brasília - O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), cancelou nesta terça-feira, 21, a reunião da Mesa Diretora da Casa, prevista para o próximo dia 4 de fevereiro, em que seria discutida a abertura de um processo de cassação contra o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no processo do mensalão.

A decisão de Alves ocorre na véspera de a presidente Dilma Rousseff participar de inauguração da Arena das Dunas, em Natal, reduto eleitoral do peemedebista. O recuo de Henrique Eduardo Alves virou motivo de chacota entre os caciques do PT. Para o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), Alves "pagou mico" ao ter agendado o encontro da cúpula da Casa antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter expedido o mandado de prisão de João Paulo Cunha. "Como é que se agenda uma reunião dessas sem uma decisão dos ministros. Ele pagou mico", afirmou Vargas ao Broadcast Político.

No último dia 6, o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, rejeitou dois recursos de João Paulo no processo do mensalão e autorizou o cumprimento do acórdão que condenou o deputado a 6 anos e 4 meses de prisão por corrupção passiva e peculato, tendo em vista que os recursos referentes a esses crimes já transitaram em julgado. O petista ainda aguarda, no entanto, a análise de um recurso contra a condenação por lavagem de dinheiro, o que elevaria sua pena a um total de 9 anos e 4 meses. Embora tenha determinado a prisão imediata de João Paulo, Joaquim Barbosa não expediu o mandado de prisão.

O deputado chegou a ir a Brasília para se entregar à Polícia Federal, mas retornou a São Paulo dias depois após seus advogados receberem a informação de que apenas Barbosa poderia expedir o documento. Em férias desde o último dia 7, o ministro deve retornar à Brasília apenas no início de fevereiro.






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