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'Ameaça do PMDB é conversa de mafioso', diz líder do PSDB

Virgílio reage sobre sofrer possível representação do PMDB caso não recue na ofensiva contra José Sarney

29 de julho de 2009 | 14h 59
Andréia Sadi, do estadao.com.br

"É conversa de mafioso". Foi assim que o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), reagiu quando questionado pelo estadao.com.br sobre a suposta ameaça do PMDB de entrar com uma representação contra ele no Conselho de Ética do Senado, caso o PSDB não volte atrás na ofensiva contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). O partido defende que a licença do senador da presidência da Casa e entrou com três representações contra ele na última terça.

Na foto, Virgílio (d) conversa com líder do DEM - AE
AE
Na foto, Virgílio (d) conversa com líder do DEM

"Eu vejo como um dos fatos mais deploráveis da vida brasileira, se isso (ameaça) for verdade. Isso não é conversa de gente séria,  é coisa de mafioso. Veja bem, você vê um crime e não denuncia este crime, só denuncia se denunciarem um crime seu, isso é coisa de quê? De mafioso, é coisa de bandido. Eu denunciei, eu não tinha que fazer isso ou deixar de fazer aquilo. Essa tal de reciprocidade. Isso é coisa de gangue, como dividir Nova York em duas bandas. Eu não sou de gangue nenhuma", disse. Virgílio também é o autor de quatro denúncias ao Conselho de Ética para que Sarney seja investigado.

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