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Mensalao

Após flagra no celular, petista nega vontade de dar 'cotovelada' em Barbosa

Segundo deputado André Vargas, a manifestação foi inventada por 'algum jornalista criativo'; nessa segunda, parlamentar confirmou a existência da mensagem ao 'Estado'

04 de fevereiro de 2014 | 12h 21
Ricardo Della Coletta e Laís Alegretti - Agência Estado

Brasília - Um dia depois de ter sido flagrado dizendo por mensagem de celular que gostaria de "dar uma cotovelada" no presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR) disse nesta terça-feira, 4, que o julgamento do mensalão foi "político" e que a execução das penas "foi seletiva", mas negou ter "tido vontade" de acotovelar o juiz.

Momento em que André Vargas troca mensagens pelo celular sobre Joaquim Barbosa - Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão
Momento em que André Vargas troca mensagens pelo celular sobre Joaquim Barbosa

"Não tenho vontade de dar cotovelada. Algum jornalista criativo inventou esta história num momento de excesso de exposição", disse Vargas, pouco depois de participar da cerimônia de transmissão do cargo de ministro da Casa Civil a Aloizio Mercadante.

Na troca de mensagens, flagrada nessa segunda-feira, 3, pelo Estado quando Vargas estava sentado ao lado de Joaquim Barbosa, na cerimônia de reabertura dos trabalhos do Legislativo, um interlocutor do petista pergunta: "Ele puxou conversa com você?". Vargas então responde: "Não". A pessoa lhe envia nova mensagem: "E aí? Não vai quebrar o gelo não? nem um olá? Pergunta pra ele se vai assinar a prisão do j. paulo?", numa alusão ao ex-presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT-SP), que aguarda o Supremo decretar sua prisão. Vargas então contesta: "Da uma cutovelada (sic)".

Procurado pela reportagem ainda nessa segunda, o deputado petista afirmou: "não tenho nada a comentar, mas essa mensagem existe". Durante a solenidade, ainda ao lado de Barbosa, André Vargas cerrou o punho, em referência aos gestos feitos por petistas condenados no mensalão no momento das prisões.

Sobre as penas no mensalão, ele reclamou que os petistas condenados estão sendo tratados de forma mais severa do que outros réus, como Roberto Jefferson, ex-presidente do PTB e delator do esquema, que aguarda avaliação médica em sua casa, no Rio, antes de ter definida a sua prisão. "O Jefferson, réu confesso, tá aí, sendo tratado com toda a deferência", criticou.






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