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Balanços colocam em debate bandeiras eleitorais de Dilma e Serra

Dados sobre o PAC e violência em São Paulo abrem margem para críticas e elogios.

05 de fevereiro de 2010 | 17h 36

A divulgação do balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e dos números sobre a violência no Estado de São Paulo, ambos nesta semana, colocou em evidência algumas das bandeiras dos dois principais pré-candidatos nas eleições presidenciais deste ano, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, do PT, e o governador José Serra, do PSDB.

Na superfície dos números, Dilma parece ter notícias melhores para apresentar, ao divulgar dados que apontam que 63,3% dos recursos destinados às obras do PAC foram investidos até o final do ano passado.

Já o governador de São Paulo, José Serra, teve que enfrentar números que apontam um aumento na violência no Estado, onde a diminuição nos índices de criminalidade na última década tem sido uma das grandes vitrines dos 15 anos de gestão do PSDB.

Ambos os balanços abrem margem para questionamentos e argumentações tanto de defensores como de detratores das duas pré-candidaturas.

PAC

Lançado em 2007 e contando com um montante de R$ 646 bilhões para a realização de obras em áreas que abrangem infraestrutura, energia, saneamento e habitação, o PAC é a principal vitrine da candidatura da ministra Dilma Rousseff, que não tem nenhuma experiência em cargos eletivos.




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