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Bernardo: não se sabe se atuação de Teixeira foi ilegal

24 de junho de 2008 | 11h 59
RENATA VERÍSSIMO - Agencia Estado

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, afirmou ao ser questionado sobre denúncias de irregularidades na venda da Varig e da VarigLog e sobre os encontros do advogado e empresário Roberto Teixeira - acusado de intermediação irregular no processo - com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é preciso averiguar se houve irregularidade. "É sabido e notório que o Teixeira atuou na venda da Varig, que ele prestou uma assessoria jurídica. Mas é preciso saber se houve irregularidade."

Bernardo, a exemplo do que já declarou o presidente Lula, afirmou que o processo de venda da Varig foi coordenado pelo Poder Judiciário. Na avaliação do ministro do Planejamento, a única denúncia, até o momento, é a de que teria havido, na venda da VarigLog, uma participação de capital estrangeiro maior que a permitida por lei. "Isso precisa ser investigado", declarou. Sobre a possibilidade de participar das campanhas eleitorais para as prefeituras neste ano, o ministro disse que acha que isso será possível nos finais de semana.



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