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Corrida eleitoral provoca mudança ministerial em janeiro

25 de dezembro de 2013 | 16h 17
ERICH DECAT - Agência Estado

Com a previsão da disputa eleitoral, o ano de 2014 carrega diversos ingredientes que deverão ser acompanhados inicialmente apenas pela classe política e, num segundo momento, com a proximidade de 5 de outubro, o dia das eleições em primeiro turno, pela população em geral.

O clima eleitoral já poderá ser percebido na segunda quinzena de janeiro, quando está prevista a dança das cadeiras na Esplanada dos Ministérios e uma possível readequação de espaços entres as legendas que atualmente apoiam o governo Dilma Rousseff. Integrantes do arco de aliança do governo, como PR e PDT, aguardam uma sinalização da presidente sobre a retomada de cargos perdidos no início de sua gestão, quando ocorreu a chamada "faxina ética" na Esplanada.

Sob suspeita de irregularidades, a petista afastou no primeiro ano de mandato o presidente do PR, senador Alfredo Nascimento, e do PDT, Carlos Lupi, do comando das pastas do Transporte e do Trabalho. Como alternativa à Dilma, os dois dirigentes não descartam um apoio à candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência da República em 2014.

Na lista daqueles que também aguardam um aceno de Dilma para oficializar o seu apoio ao PT está o PTB. Nas últimas eleições de 2010, a legenda compôs chapa com o então candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra. O PTB quer a pasta de Integração, a mesma defendida pelo PMDB para ser entregue ao senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Findo janeiro, o Congresso retoma as atividades no início de fevereiro. As duas Casas, no entanto, devem parar as atividades 30 dias depois, quando inicia o período do Carnaval, previsto para 4 de março. Um dia depois, termina o prazo para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definir as resoluções que vão regulamentar a Lei Eleitoral em temas como doação de campanha, propaganda e crimes eleitorais, entre outros.

Passada a folia, os congressistas terão praticamente três meses para discutir e votar propostas de interesse da sociedade antes do início das convenções partidárias previstas para começar no dia 10 de junho e terminar apenas no dia 30 do mesmo mês. É no período das convenções que os partidos definem oficialmente o nome dos candidatos que irão disputar as eleições. É também nesta época que os partidos oficializam a composição de aliança.





Tópicos: Eleições 2014

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