Dantas deixa sede da PF após quase três horas de depoimento
Dono do banco Opportunity, que chegou atrasado à sede da PF, foi ouvido pelo delegado Protógenes Queiroz
O banqueiro Daniel Dantas deixou a Polícia Federal após quase três horas de depoimento. Ele saiu desacompanhado, já que o seu advogado, Nelio Machado deixou o prédio um pouco antes dele.
Veja também:
CPI dos Grampos aprova convocação de Dantas, Protógenes e De Sanctis Presidente do STF justifica libertação de Dantas Opine sobre nova decisão que dá liberdade a Dantas Entenda como funcionava o esquema criminoso Veja as principais operações da PF desde 2003 As prisões de Daniel Dantas
O depoimento do sócio-fundador do banco Opportunity, Daniel Dantas, começou com 60 minutos de atraso, por volta das 15 h da tarde desta quarta-feira, 16. O banqueiro foi ouvido pelo coordenador da Operação Satiagraha, delegado Protógenes Queiroz. Dantas chegou à sede da Polícia Federal, em São Paulo, acompanhado de seu advogado Nélio Machado. Nem ele e sua equipe de defesa falaram com a imprensa.
Na semana passada, Dantas, que foi preso por duas vezes na carceragem da PF, prestou um primeiro depoimento. Orientado por Machado, ele recusou-se a responder às perguntas dos investigadores, sob a justificativa de que não tinha tido acesso a todo o conteúdo dos autos da investigação e nem aos áudios interceptados pela PF. De acordo com seu advogado, somente um inquérito tem mais de 6 mil páginas. Ao fim do depoimento, seus advogados devem conversar com os jornalistas.
Juiz acata denúncia
Na tarde desta quarta-feira, O juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara da Justiça Federal, aceitou a denúncia contra Dantas, o ex-presidente da Brasil Telecom Humberto Braz e o professor Hugo Chicaroni por corrupção ativa. O Ministério Público Federal denunciou os três por tentarem subornar o delegado da Polícia Federal Vitor Hugo Rodrigues Alves Ferreira. O objetivo deles, segundo o MPF, era livrar Dantas, e sua irmã Verônica, das investigações da Operação Satiagraha.
Ontem, Braz ficou calado durante o seu depoimento na sede da superintendência da PF em São Paulo. Segundo Renato Moraes, um dos advogados de Braz, seu cliente foi instruído a permanecer calado durante todo o interrogatório uma vez que os advogados não tiveram acesso a todos os autos do processo. O advogado disse que ainda não há previsão de um novo depoimento.
Siga o @EstadaoPolitica no Twitter
- 01 Petrobras busca reajuste de combustíveis via ...
- 02 Serra chama de 'lixo' livro sobre ...
- 03 Para bispo, ministra da Secretaria das ...
- 04 Japão mobiliza 900 soldados para ...
- 05 Retrospectiva 2011: Terremoto e tsunami matam ...
- 06 Mercadante quer dar bônus para escola que ...
- 07 PT reage a FHC: 'Disputa ideológica sobre ...
- 08 Irã bloqueia acesso ao Google e a outras ...
- 09 Presidente do PT critica privatizações ...
- 10 Para Marta, aliança entre Haddad e Kassab em ...
Grupo Estado
- Copyright © 1995-2011
- Todos os direitos reservados










