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Delegado que prendeu Dantas atuou em outros escândalos

Protógenes Queiroz conduziu investigações no ramo do futebol, contrabando e política

08 de julho de 2008 | 14h 23
da Redação

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz já havia atuado em outros escândalos de grande repercussão antes de comandar a operação Satiagraha, que prendeu nesta manhã o banqueiro Daniel Dantas, do banco Opportunity, o empresário  Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. Procurada pelo estadao.com.br, as assessorias da PF de São Paulo e do Distrito Federal informaram que não possuem um perfil do delegado. Queiroz conduziu investigações no ramo do futebol, contrabando e política.   Veja também: Imagens da Operação Satiagraha Opine sobre a prisão de Dantas, Nahas e Pitta  Daniel Dantas, pivô da maior disputa societária do Brasil Entenda o nome da Operação Satiagraha, que prendeu Dantas Entenda as acusações contra Dantas e Nahas Defesa diz que Dantas foi preso por vingança Mandados de prisão atingem familiares e funcionários de Dantas As ações da Polícia Federal no governo Lula Os 40 do mensalão     As investigações do caso Corinthians/MSI , por evasão de divisas e lavagem de dinheiro, estiveram sob coordenação de Protógenes Queiroz, em parceria com a Promotoria de São Paulo. Os envolvidos nas fraudes da arbitragem do futebol  Brasileiro, em 2005, foram investigados por ele e pelos promotores Roberto Porto e José Reinaldo Guimarães Carneiro, do Gaeco.    O delegado também presidiu o inquérito sobre remessas para paraísos fiscais,  que indicavam movimentações de cerca de US$ 5 milhões, das quais o ex-prefeito Pitta seria o principal beneficiário. O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) também foi investigado no mesmo inquérito.   Relatório elaborado por Protógenes fechou inquérito sobre desvio de dinheiro da Prefeitura de São Paulo, concluindo que "os cofres públicos foram pilhados" durante os governos de Maluf (1993-96) e Pitta (1997-2000).   Ele também participou do escândalo que prendeu o comerciante Law Kin Chong, considerado o maior contrabandista do País. Kin Chong estava disposto a pagar US$ 1,5 milhão ao presidente da CPI, deputado Luiz Antônio Medeiros (PL-SP) para obter favores, mas suas conversas foram registradas.   Com base nas gravações nas mãos, o deputado procurou o delegado federal Protógenes Queiroz e o procurador da República Pedro Barbosa Pereira Neto. Eles relataram o caso ao juiz federal Hélio Egydio, que decretou nas prisões preventivas de Law e do advogado.  






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