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'Dilma terá aqui um general eleitoral', diz Eduardo Paes

Disposto a se voltar para o cotidiano do Rio, novo prefeito do Rio se põe a serviço do projeto político de Cabral

31 de dezembro de 2008 | 19h 37
Alexandre Rodrigues, de O Estado de S. Paulo

Eduardo Paes assume a prefeitura do Rio consciente da sua condição de soldado do projeto político do governador Sérgio Cabral. Mais entusiasmado com a idéia de ser bem-sucedido como síndico da cidade, demonstra certo tédio ao discorrer sobre temas nacionais, entrelaçando nervosamente elásticos nos dedos da mão esquerda enquanto a outra brinca com um maço de cigarros.

 

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Em rápida entrevista ao Estado no gabinete de transição instalado na Fundação Getúlio Vargas, em Botafogo, faz referência às frustradas aspirações nacionais de Cesar Maia (DEM), seu desafeto, para marcar sua diferença. Mas ao constatar que governará a segunda maior cidade do País, a mais importante nas mãos do PMDB, eleva sua patente para se declarar, mais do que um cabo, um "general eleitoral" de uma candidatura presidencial da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.



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